Nal Pedreiro
Ivonaldo Manoel dos Santos Silva · nasceu em 1983
Nal Pedreiro se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 3.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2020.
Passou por 4 partidos: PSDB (2008), PSD (2012), PP (2016), PSD (2020), UNIÃO (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2024: 41 anos, ensino médio, vereador, cor parda. A cor declarada mudou: preta em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024Vice-prefeito · Jundiá (AL)UNIÃO 22· direitaNa chapa de Beroaldo Rufinochapa não eleita1.055 votos da chapa, 26,5%
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Nal Pedreiro declarou R$ 129,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2024, o total subiu R$ 128,3 mil acima da inflação.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Um imóvel rural com 5R$ 60,8 milOutros bens móveis
- Um veículo automotivoR$ 38,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Duas motocicletas ano 2010/HONDA/NXR150 bros mix ESR$ 29,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Saldo em conta correnteR$ 166Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Nal Pedreiro declarou ao TSE R$ 24 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Jundiá (AL) · PSD · eleito
De onde veio
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 2.83057,1%
- Próprio bolsoR$ 2.12342,9%
Para onde foi
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 2.83057,1%
- Material impressoTudo de A De L. Araujo ServicosR$ 1.37327,7%
- Rádio, TV e vídeoTudo de Wagner Duarte De Souza 03601594439R$ 49510%
- TransporteR$ 2124,3%
- PessoalR$ 420,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Jundiá (AL), 2020
Nal Pedreiro: R$ 22,9 por voto (mediana da disputa, R$ 32,1). Quem venceu, Neto Bomfim, gastou R$ 18 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.107; o mais barato, R$ 18.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Nal Pedreiro. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Taciana PSDBR$ 3,3 mil · 3 votosR$ 1.107
- Fotoco PSDBR$ 7,1 mil · 8 votosR$ 885
- Ocimar PSDBR$ 3,3 mil · 4 votosR$ 830
- Cristiane PSDBR$ 8,5 mil · 11 votosR$ 772
- Bal Borracheiro PSDBR$ 3,3 mil · 5 votosR$ 664
- Manoel Seedoff Olegario PSDBR$ 3,3 mil · 5 votosR$ 664
- Junior Machado PSDBR$ 7,7 mil · 240 votosR$ 32,1
- Nal Pedreiro PSDR$ 5 mil · 216 votosR$ 22,9
- Mauricio Moreira PSDR$ 4,9 mil · 228 votosR$ 21,3
- Wilson Teixeira MDBR$ 4 mil · 214 votosR$ 18,5
- Alvaro Albuquerque MDBR$ 3,8 mil · 208 votosR$ 18
- Neto Bomfim PSDR$ 4 mil · 224 votosR$ 18
Votos por real
- 2020, vereador: 44 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 98 votos por R$ 1.000, 4,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.