Natal de Barros
Natalino Aparecido Barros · nasceu em 1958
Natal de Barros se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 57 anos, até o fundamental, locutor e comentarista de rádio e televisão e radialista, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Natal de Barros declarou R$ 40,6 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2016.
- Natal de BarrosR$ 40,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 158,1 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Natal de Barros declarou ao TSE R$ 34 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 15 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Ivinhema (MS) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 4.72880%
- PessoasR$ 97216,4%
- Outros candidatosR$ 2103,6%
Para onde foi
- PessoalR$ 4.04872,6%
- TransporteR$ 1.29523,2%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1622,9%
- Material impressoR$ 490,9%
- EscritórioR$ 240,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Ivinhema (MS), 2016
Mediana da disputa: R$ 37,3 por voto. Quem venceu, Professor Eduardo, gastou R$ 23,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 197; o mais barato, R$ 23,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Nilda Pereira MDBR$ 13 mil · 65 votosR$ 197
- Mariano Da Conveniência MDBR$ 15 mil · 78 votosR$ 194
- Dedé Da Amandina MDBR$ 22 mil · 254 votosR$ 85,2
- Fernando Diretor MDBR$ 31 mil · 414 votosR$ 74,6
- Adimilson Fotógrafo PSDBR$ 32 mil · 702 votosR$ 45,7
- Júnior Do Posto CIDADANIAR$ 28 mil · 642 votosR$ 43,4
- Ademir Baptistoni PSDBR$ 12 mil · 320 votosR$ 37,3
- Dema PDTR$ 12 mil · 353 votosR$ 34,8
- Zé Visconde PLR$ 14 mil · 448 votosR$ 31,4
- Ivonete Mendonça PSDBR$ 22 mil · 790 votosR$ 27,7
- Claudião PSDBR$ 13 mil · 495 votosR$ 25,4
- Professor Eduardo PSDBR$ 15 mil · 650 votosR$ 23,7
Votos por real
- 2016, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 61 votos por R$ 1.000, 4,9 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.