Apuração
Vereador · 2012 · DEM

Natal

Claro Natal de Carli · nasceu em 1950

Natal disputou uma eleição, em 2012, para vereador (Vista Alegre do Prata (RS)), pelo DEM: eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,73← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoDEM2012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 62 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    DEM 25678· direita
    eleito73 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Natal declarou R$ 613,6 mil em bens, em reais de hoje: 6,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

R$ 613,6 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 280.000 na declaração)

Declarou 6,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.

  • NatalR$ 613,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 613,6 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Um lote ruralR$ 438,3 mil
    Terreno rural
  2. Uma camionete mercedez benz 907R$ 87,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Uma camionete fiatR$ 43,8 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Um lote urbano com area de 600R$ 43,8 mil
    Terreno

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Natal declarou ao TSE R$ 5,4 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Vereador · Vista Alegre do Prata (RS) · DEM · eleito

De onde veio

R$ 5.450
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.450.
  1. Próprio bolsoR$ 4.36780,1%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 1.08319,9%

Para onde foi

R$ 5.450
O maior gasto foi com transporte: 94% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.450. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoTudo de Fornari Impressos Graficos LtdaR$ 3235,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Vista Alegre do Prata (RS), 2012

Mediana da disputa: R$ 81,7 por voto. Quem venceu, Adry, gastou R$ 57,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 321; o mais barato, R$ 57,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Gelsa DEMR$ 7,4 mil · 23 votosR$ 321
  • Dorva MDBR$ 8,9 mil · 87 votosR$ 103
  • Reinaldo Roman DEMR$ 7 mil · 69 votosR$ 102
  • Oda MDBR$ 8,2 mil · 85 votosR$ 96,3
  • Silvano MDBR$ 8,7 mil · 101 votosR$ 85,8
  • Balbinot PPR$ 8,8 mil · 103 votosR$ 85,7
  • Eder MDBR$ 8,4 mil · 103 votosR$ 81,7
  • Sissa MDBR$ 8,8 mil · 108 votosR$ 81,5
  • Gusberti MDBR$ 8,6 mil · 116 votosR$ 74,5
  • Elton DEMR$ 7,1 mil · 97 votosR$ 73,7
  • Marly MDBR$ 9,8 mil · 152 votosR$ 64,3
  • Adry MDBR$ 8,4 mil · 147 votosR$ 57,2

Votos por real

  • 2012, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.