Narcisio Kumm
nasceu em 1972
Narcisio Kumm se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1. Em 3 delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 2 partidos: PDT (2004–2014), PSD (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2016: 43 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014Deputado estadual · Santa CatarinaPDT 12500· centro-esquerda· na urna, Narciso Kummcandidatura não chegou à urna
- 2012
- 2010Deputado estadual · Santa CatarinaPDT 12500· centro-esquerda· na urna, Narciso Kummsuplente10.507 votos; 95º mais votado de 306 no estado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Narcisio Kumm teve 10.507 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 95º lugar entre 306 candidatos.
Recebeu votos em 123 cidades. Videira deu 78,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Narcisio Kumm declarou R$ 272,9 mil em bens, em reais de hoje: 2,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 223,5 mil acima da inflação.
Declarou 2,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2016.
- Narcisio KummR$ 272,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 253,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Narcisio Kumm declarou ao TSE R$ 171 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 161 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Videira (SC) · PSD · candidatura não chegou à urna
De onde veio
- PessoasR$ 1.13356%
- Próprio bolsoR$ 89144%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.03653,8%
- ServiçosR$ 89146,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Videira (SC), 2016
Mediana da disputa: R$ 38,1 por voto. Quem venceu, Rafael Balestrin, gastou R$ 10,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 104; o mais barato, R$ 10,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Fran Magnagnagno PSBR$ 22 mil · 210 votosR$ 104
- Nelson Grassi PPR$ 14 mil · 150 votosR$ 92,2
- Edson Luiz Luna PLR$ 15 mil · 209 votosR$ 72,9
- Hilário Custódio AGIRR$ 14 mil · 352 votosR$ 40,9
- Antunes PSDR$ 27 mil · 695 votosR$ 39,3
- Fernando Techio PSDR$ 16 mil · 413 votosR$ 38,3
- Anicelso Francischetto PSBR$ 13 mil · 331 votosR$ 38,1
- Adônias Bandt DEMR$ 14 mil · 437 votosR$ 31,5
- Gustavo Piva PPR$ 16 mil · 728 votosR$ 21,6
- Gilberto Thibes De Campos PLR$ 13 mil · 706 votosR$ 18,9
- Demenek PSDR$ 19 mil · 1.317 votosR$ 14,4
- Rafael Balestrin MDBR$ 14 mil · 1.310 votosR$ 10,5
Votos por real
- 2010, deputado estadual: 65 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 159 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.