Nando
Janderson Assunção de Castro · nasceu em 1991
Nando se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo PC do B.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 25 anos, ensino médio, vereador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Nando declarou R$ 21,9 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Declarou 56% da mediana dos candidatos a vereador no Maranhão em 2012.
- NandoR$ 21,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 39,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 120,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Nando declarou ao TSE R$ 33 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 25 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Matões (MA) · PC do B · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 7.80393,9%
- PartidoR$ 5056,1%
Para onde foi
- Material impressoR$ 6.57479,2%
- TransporteR$ 1.13313,6%
- ServiçosR$ 5056,1%
- EscritórioR$ 921,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Matões (MA), 2016
Mediana da disputa: R$ 18,6 por voto. Quem venceu, Ribinha, gastou R$ 10,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 40,3; o mais barato, R$ 10,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr. Pedro Melo PDTR$ 12 mil · 307 votosR$ 40,3
- Tijão MDBR$ 10 mil · 269 votosR$ 38,9
- Gilmar PVR$ 16 mil · 560 votosR$ 28
- Dayany Coutinho PDTR$ 9,8 mil · 352 votosR$ 28
- Christiane Pinheiro PC do BR$ 12 mil · 531 votosR$ 22,3
- Igleses Brandão PSBR$ 13 mil · 610 votosR$ 21,2
- Adiel Colaço PSBR$ 9,9 mil · 531 votosR$ 18,6
- Solimar PVR$ 8,7 mil · 533 votosR$ 16,4
- Inácio Carvalho PDTR$ 12 mil · 751 votosR$ 16,1
- Bilu PSBR$ 12 mil · 761 votosR$ 15,7
- Professor Tote PLR$ 13 mil · 865 votosR$ 15
- Ribinha PSDBR$ 8,7 mil · 828 votosR$ 10,5
Votos por real
- 2016, vereador: 44 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 23 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.