Apuração
Vereadora · 2012 · PSB

Nair Goular

Nair Maria de Jesus Goulart · nasceu em 1951

Nair Goular se candidatou em 4 eleições, de 2006 a 2012, e foi eleita em nenhuma. Em 2 delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,30← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2006PDT2008PSB2010PSB2012PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PDT (2006), PSB (2008–2012).

Dep. estadualVereadoraPartidoPDTPSB2006200820102012
eleitasuplente ou vicenão eleitanão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2012, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2012: 61 anos, superior completo. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereadora · Salvador (BA)
    PSB 40490· centro-esquerda
    candidatura não chegou à urna
  2. 2010
    Deputada estadual · Bahia
    PSB 40613· centro-esquerda· na urna, Nair Goulart
    candidatura não chegou à urna
  3. 2008
    Vereadora · Salvador (BA)
    PSB 40789· centro-esquerda· na urna, Nair Goulart
    suplente
  4. 2006
    Deputada estadual · Bahia
    PDT 12390· centro-esquerda· na urna, Nair Goulart
    suplente4.669 votos; 207º mais votada de 550 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Nair Goular teve 4.669 votos para deputada estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 207º lugar entre 550 candidatos.

Recebeu votos em 122 cidades. Salvador deu 52,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 86,2%.

4.669 votos
votos para deputada estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 4.669 votos.
  1. Salvador (BA)2.460 votos52,7%
  2. São Francisco do Conde (BA)237 votos5,1%
  3. Paulo Afonso (BA)189 votos4%
  4. Camaçari (BA)173 votos3,7%
  5. Feira de Santana (BA)164 votos3,5%
  6. Outras 107 cidades645 votos13,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Nair Goular declarou R$ 315,2 mil em bens, em reais de hoje: 7,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2006 e 2008, o total subiu R$ 130,9 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 315,2 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 116.913 na declaração)

Declarou 7,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2008.

  • Nair GoularR$ 315,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 40,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 107,9 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 315,2 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Um automovel marca chevrolet modelo meriva 2004R$ 86,3 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  2. Importancia de dinheiro em mãosR$ 75,5 mil
    Dinheiro e aplicações
  3. Contribuição ao plano real preve VGBL mantido no real toqueR$ 62 mil
    Dinheiro e aplicações
  4. Banco do brasil agf dilp milR$ 51 mil
    Dinheiro e aplicações
  5. Banco do brasil acoes da petrobrasR$ 27 mil
    Dinheiro e aplicações
  6. Cardeneta de poupança banco realR$ 13,5 mil
    Dinheiro e aplicações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Nair Goular declarou ao TSE R$ 230 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereadora: R$ 135 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereadora · Salvador (BA) · PSB · suplente

De onde veio

R$ 134,6 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 134,6 mil.
  1. EmpresasR$ 117,8 mil87,5%
  2. PessoasR$ 13,4 mil10%
  3. PartidoR$ 3.4272,5%

Para onde foi

R$ 134,5 mil
O maior gasto foi com material impresso: 64% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 134,5 mil.
  1. Material impressoR$ 86,5 mil64,3%
  2. PessoalR$ 28,1 mil20,9%
  3. EscritórioR$ 14,9 mil11,1%
  4. OutrosR$ 3.4272,5%
  5. TransporteR$ 1.3651%
  6. InternetR$ 2410,2%

Quanto custou cada voto: vereadora, Salvador (BA), 2008

Mediana da disputa: R$ 47,9 por voto. Quem venceu, Alfredo Mangueira, gastou R$ 22,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.663; o mais barato, R$ 22,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereadora: 13 votos por R$ 1.000, 12% da mediana da disputa.
  • 2006, deputada estadual: 51 votos por R$ 1.000, 37% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.