Naiara
Naiara Regitano Hendrikx · nasceu em 1958
Naiara se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleita em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2004, 2008 e 2016.
Passou por 4 partidos: PSC (2004), PTB (2008–2012), MDB (2014–2016), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 61 anos, superior completo, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2014Deputada estadual · São PauloMDB 15567· centro-direita· na urna, Naiara Hendrikxsuplente1.128 votos; 834º mais votada de 1.878 no estado
- 2012Vice-prefeita · Holambra (SP)PTB 14· centro-direitaNa chapa de Fernando Godoychapa eleita5.431 votos da chapa, 66,0%
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Naiara teve 1.128 votos para deputada estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 834º lugar entre 1.878 candidatos.
Recebeu votos em 69 cidades. Holambra deu 55,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Naiara declarou R$ 104,9 mil em bens, em reais de hoje: 6,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 535,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou 6,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- NaiaraR$ 104,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Naiara declarou ao TSE R$ 95 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputada estadual: R$ 76 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Holambra (SP) · PSD · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereadora, Holambra (SP), 2020
Naiara: R$ 6,12 por voto (mediana da disputa, R$ 3,34). Quem venceu, Jesus Da Farmácia, gastou R$ 0,21 por voto. O voto mais caro custou R$ 55,5; o mais barato, R$ 0,21.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Naiara. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem gasto declarado.
Ver em tabela
- Cowboy AVANTER$ 1,4 mil · 25 votosR$ 55,5
- Genildo Silva AVANTER$ 1,6 mil · 64 votosR$ 25,7
- Carina Rodriguero PSDR$ 354 · 19 votosR$ 18,6
- Bigode PTBR$ 3,9 mil · 421 votosR$ 9,18
- Naiara PSDR$ 1,6 mil · 259 votosR$ 6,12
- Hermindo PSDBR$ 1,4 mil · 424 votosR$ 3,34
- Pepê MDBR$ 521 · 192 votosR$ 2,71
- Vando AVANTER$ 57 · 21 votosR$ 2,70
- Fabiano Soares PODER$ 614 · 242 votosR$ 2,54
- Jesus Da Farmácia PSDR$ 57 · 267 votosR$ 0,21
Votos por real
- 2020, vereadora: 163 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereadora: 22 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2014, deputada estadual: 15 votos por R$ 1.000, 26% da mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 47 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.