Nagibe Cardoso
Nagibe Cardoso Filho · nasceu em 1975
Nagibe Cardoso se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PL (2008–2012), PSDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 41 anos, superior incompleto, servidor público municipal, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Nagibe Cardoso declarou R$ 8.975 em bens, em reais de hoje.
Declarou 38% da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Nagibe CardosoR$ 8.975
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Nagibe Cardoso declarou ao TSE R$ 4,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 3,4 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Cerquilho (SP) · PSDB · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 1.73351,7%
- Próprio bolsoR$ 1.61948,3%
Para onde foi
- TransporteR$ 2.14764,1%
- Material impressoR$ 87826,2%
- OutrosR$ 2878,6%
- Rádio, TV e vídeoR$ 401,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Cerquilho (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 25,5 por voto. Quem venceu, Mauro Frare, gastou R$ 8,09 por voto. O voto mais caro custou R$ 109; o mais barato, R$ 8,09.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Vitória PSDBR$ 5,2 mil · 48 votosR$ 109
- Luciane PSDBR$ 4,5 mil · 59 votosR$ 76,5
- Ivon Cesar PSDBR$ 5,6 mil · 136 votosR$ 41,4
- Tâmara Do Banco PSDBR$ 4,6 mil · 112 votosR$ 41,4
- Claudio Taborda Jr PTBR$ 9,3 mil · 243 votosR$ 38,1
- Danillo Bettini (Ximu) PVR$ 5,3 mil · 169 votosR$ 31,6
- Mateus Alves PSDBR$ 4,7 mil · 186 votosR$ 25,5
- Janete Brito PSDBR$ 4,6 mil · 272 votosR$ 17
- Dra. Dani Peev PVR$ 10 mil · 688 votosR$ 15
- Cleiton Scudeler CIDADANIAR$ 8 mil · 665 votosR$ 12,1
- Rodrigo Modanez CIDADANIAR$ 15 mil · 1.556 votosR$ 9,75
- Mauro Frare PVR$ 8,9 mil · 1.103 votosR$ 8,09
Votos por real
- 2016, vereador: 81 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 118 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.