Mundinho
Raimundo Gabriel dos Santos · nasceu em 1953
Mundinho se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004.
Sempre pelo MOBILIZA.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2016: 63 anos, até o fundamental, motorista de veículos de transporte de carga, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Mundinho declarou R$ 222,6 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou 48% da mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2016.
- MundinhoR$ 222,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 467,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 497,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Lote na praça 1.. de marcoR$ 81,2 milTerra nua
- Sítio no andré pintoR$ 81,2 milOutros bens imóveis rural
- Pálio 2015R$ 40,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- CaminhãoR$ 19,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Mundinho declarou ao TSE R$ 36 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 28 mil.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Catas Altas da Noruega (MG) · MOBILIZA · candidatura não chegou à urna
De onde veio
- Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 6.33979,7%
- Próprio bolsoR$ 1.61920,3%
Para onde foi
- Serviços3 pessoas, não nomeadasR$ 2.61533%
- Rádio, TV e vídeo1 pessoas, não nomeadasR$ 81010,2%
- Material impressoTudo de Grafica Mundial Comercio E Servicos - Eireli - MeR$ 7779,8%
- EscritórioR$ 80,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Catas Altas da Noruega (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 21,5 por voto. Quem venceu, Gerson, gastou R$ 31,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 31,2; o mais barato, R$ 12,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Gerson PPR$ 41 mil · 1.329 votosR$ 31,2
- Jarbas MDBR$ 18 mil · 846 votosR$ 21,5
- Tim Do Baltazar PVR$ 12 mil · 1.018 votosR$ 12,2
Votos por real
- 2004, prefeito: 34 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.