Moza
Moisés Virgínio de Barros · nasceu em 1965
Moza se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 2.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 4 partidos: DEM (2004), MDB (2008), PT (2018–2020), REPUBLICANOS (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 59 anos, superior completo, cor preta. A cor declarada mudou: preta em 2018, parda em 2020, preta em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2018
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Moza teve 5.900 votos para deputado federal, 0,3% dos votos válidos do estado: 43º lugar entre 137 candidatos.
Recebeu votos em 160 cidades. Santa Rita deu 71,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,5%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Moza declarou R$ 287,3 mil em bens, em reais de hoje: 100 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Paraíba. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 177,8 mil acima da inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 100 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Paraíba em 2020.
- MozaR$ 287,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 2.873
- Mediana dos eleitosR$ 40,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Moza declarou ao TSE R$ 134 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 48 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Santa Rita (PB) · REPUBLICANOS · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 6.46372%
- PessoasR$ 2.51628%
Para onde foi
- Material impressoR$ 5.91665,9%
- ServiçosR$ 1.64118,3%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.42215,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Santa Rita (PB), 2024
Mediana da disputa: R$ 90,5 por voto. Quem venceu, Anésio Miranda, gastou R$ 13,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 3.501; o mais barato, R$ 13,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dayane D Yemanjá PTR$ 32 mil · 9 votosR$ 3.501
- Cléia Felix PLR$ 22 mil · 12 votosR$ 1.832
- Zenyelle De Souza CIDADANIAR$ 37 mil · 27 votosR$ 1.377
- Thiago Moreira PTR$ 28 mil · 56 votosR$ 498
- Sargento Jonas PLR$ 22 mil · 93 votosR$ 236
- Gilmarques PLR$ 24 mil · 107 votosR$ 220
- Naedson Graciano REPUBLICANOSR$ 28 mil · 313 votosR$ 90,5
- Reginaldo Segundo CIDADANIAR$ 44 mil · 569 votosR$ 76,9
- Sebastião Do Sindicato PTR$ 27 mil · 436 votosR$ 63
- Neto De Ivonete AVANTER$ 25 mil · 945 votosR$ 26
- Alysson Gomes REPUBLICANOSR$ 22 mil · 1.098 votosR$ 20,4
- Anésio Miranda PPR$ 23 mil · 1.720 votosR$ 13,3
Votos por real
- 2024, vereador: 75 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 29% da mediana da disputa.
- 2018, deputado federal: 156 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 69 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.