Apuração
Vereador · 2020 · CIDADANIA

Mota da Coopasa

Edson da Silva Mota · nasceu em 1953

Mota da Coopasa se candidatou em 7 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoCIDADANIA+0,32← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PRP2006PRP2008PSL2010PSL2012PHS2014DC2020CIDADANIA← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Os votos de 2014, 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 5 partidos: PRP (2004–2006), PSL (2008–2010), PHS (2012), DC (2014), CIDADANIA (2020).

Dep. federalDep. estadualVereadorPartidoPRPPSLPHSDCCIDADANIA’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleitovotos anulados
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, votos anulados pela Justiça Eleitoral.

Declarou ao TSE em 2020: 67 anos, ensino médio, motorista particular, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2014, parda em 2020. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · São Gonçalo (RJ)
    CIDADANIA 23321· centro-direita
    votos anulados pela Justiça Eleitoral
  2. 2014
    Deputado federal · Rio de Janeiro
    DC 2777· direita
    votos anulados pela Justiça Eleitoral0 votos; 925º mais votado de 953 no estado
  3. 2012
    Vereador · São Gonçalo (RJ)
    PHS 31321· centro-direita
    não eleito
  4. 2010
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PSL 17321· direita
    suplente6.282 votos; 207º mais votado de 1.514 no estado
  5. 2008
    Vereador · São Gonçalo (RJ)
    PSL 17321· direita
    suplente
  6. 2006
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PRP 44321· direita
    não eleito12.972 votos; 154º mais votado de 1.377 no estado
  7. 2004
    Vereador · São Gonçalo (RJ)
    PRP 44321· direita
    eleito3.753 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Mota da Coopasa teve 0 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 925º lugar entre 953 candidatos.

Recebeu votos em 0 cidades..

0 votos
votos para deputado federal em 2014
As outras 2 eleições para deputado
6.282 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 6.282 votos.
  1. São Gonçalo (RJ)5.176 votos82,4%
  2. Itaboraí (RJ)364 votos5,8%
  3. Niterói (RJ)306 votos4,9%
  4. Rio de Janeiro (RJ)99 votos1,6%
  5. Queimados (RJ)81 votos1,3%
  6. Outras 21 cidades85 votos1,4%
12.972 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 12.972 votos.
  1. São Gonçalo (RJ)6.849 votos52,8%
  2. Rio de Janeiro (RJ)1.151 votos8,9%
  3. Niterói (RJ)584 votos4,5%
  4. Nova Iguaçu (RJ)566 votos4,4%
  5. Itaboraí (RJ)539 votos4,2%
  6. Outras 48 cidades1.180 votos9,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Mota da Coopasa declarou R$ 21,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2012, o total caiu R$ 29,9 mil, já descontada a inflação.

Em 2020, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 2.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 21,9 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 10.000 na declaração)

Mais da metade (57%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2012.

Cada quadrado é 1% de R$ 21,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 6 campanhas com contas prestadas, Mota da Coopasa declarou ao TSE R$ 204 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 96 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2,5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2014 · Deputado federal · Rio de Janeiro · DC · votos anulados pela Justiça Eleitoral

De onde veio

R$ 23,2 mil
0% veio de fundos públicos; 5 pessoas doaram. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 23,2 mil
O maior gasto foi com transporte: 78% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 23,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 5.15422,2%
  2. EscritórioR$ 350,1%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Rio de Janeiro, 2014

Mediana da disputa: R$ 63,2 por voto. Quem venceu, Felipe Bornier, gastou R$ 18,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 191; o mais barato, R$ 18,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 269 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 620 votos por R$ 1.000, 8,7 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 114 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 135 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.