Mota da Coopasa
Edson da Silva Mota · nasceu em 1953
Mota da Coopasa se candidatou em 7 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2014, 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 5 partidos: PRP (2004–2006), PSL (2008–2010), PHS (2012), DC (2014), CIDADANIA (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2020: 67 anos, ensino médio, motorista particular, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2014, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2014Deputado federal · Rio de JaneiroDC 2777· direitavotos anulados pela Justiça Eleitoral0 votos; 925º mais votado de 953 no estado
- 2012
- 2010Deputado estadual · Rio de JaneiroPSL 17321· direitasuplente6.282 votos; 207º mais votado de 1.514 no estado
- 2008
- 2006Deputado estadual · Rio de JaneiroPRP 44321· direitanão eleito12.972 votos; 154º mais votado de 1.377 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Mota da Coopasa teve 0 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 925º lugar entre 953 candidatos.
Recebeu votos em 0 cidades..
As outras 2 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Mota da Coopasa declarou R$ 21,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2012, o total caiu R$ 29,9 mil, já descontada a inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (57%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2012.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Mota da Coopasa declarou ao TSE R$ 204 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 96 mil.
Campanha a campanha
2014 · Deputado federal · Rio de Janeiro · DC · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
Para onde foi
- Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 5.15422,2%
- EscritórioR$ 350,1%
Quanto custou cada voto: deputado federal, Rio de Janeiro, 2014
Mediana da disputa: R$ 63,2 por voto. Quem venceu, Felipe Bornier, gastou R$ 18,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 191; o mais barato, R$ 18,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sergio Zveiter PSDR$ 11 milhões · 57.587 votosR$ 191
- Ronald Ázaro PSCR$ 2,2 milhões · 14.358 votosR$ 154
- Filipe Pereira PSCR$ 3,1 milhões · 20.814 votosR$ 151
- Cristiane Brasil PTBR$ 10,3 milhões · 81.817 votosR$ 126
- Marco Antônio Cabral MDBR$ 13 milhões · 119.584 votosR$ 109
- Rodrigo Maia DEMR$ 5,6 milhões · 53.167 votosR$ 106
- Marcelo Sereno PTR$ 2,5 milhões · 24.628 votosR$ 99,7
- Luiz Sérgio PTR$ 4,6 milhões · 48.903 votosR$ 94,3
- Simão Sessim PPR$ 5,3 milhões · 58.825 votosR$ 90,2
- Zoinho PLR$ 1,8 milhão · 20.328 votosR$ 89,6
- Aureo SOLIDARIEDADER$ 5,1 milhões · 58.117 votosR$ 88,4
- Tunico De Souza PSLR$ 2 milhões · 23.412 votosR$ 87,2
- Laura Carneiro PTBR$ 3 milhões · 34.550 votosR$ 85,8
- Júlio Lopes PPR$ 6,2 milhões · 96.796 votosR$ 63,8
- Miro Teixeira PROSR$ 3,7 milhões · 58.409 votosR$ 63,4
- Walney Rocha PTBR$ 2,8 milhões · 43.656 votosR$ 63,2
- Wilson Silva Beserra MDBR$ 1,8 milhão · 30.109 votosR$ 60,9
- Indio Da Costa PSDR$ 5,4 milhões · 91.523 votosR$ 59,3
- Soraya Santos MDBR$ 2,7 milhões · 48.204 votosR$ 55,5
- Altineu Cortes PLR$ 2,2 milhões · 40.593 votosR$ 55,3
- Eduardo Cunha MDBR$ 12,3 milhões · 232.708 votosR$ 52,9
- Wadih Damous PTR$ 2 milhão · 37.814 votosR$ 52,2
- Otavio Leite PSDBR$ 4,7 milhões · 106.398 votosR$ 43,8
- Hugo Leal PROSR$ 3,6 milhões · 85.449 votosR$ 42,3
- Celso Pansera MDBR$ 2,5 milhões · 58.534 votosR$ 41,9
- Pedro Paulo MDBR$ 6,7 milhões · 162.403 votosR$ 41,2
- Leonardo Picciani MDBR$ 6,7 milhões · 180.741 votosR$ 37,1
- Jandira Feghali PC do BR$ 2,3 milhões · 68.531 votosR$ 33,8
- Washington Reis MDBR$ 2,6 milhões · 103.190 votosR$ 25,2
- Felipe Bornier PSDR$ 1,9 milhão · 105.517 votosR$ 18,4
Votos por real
- 2012, vereador: 269 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 620 votos por R$ 1.000, 8,7 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 114 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 135 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.