Apuração
Vereador · 2012 · PDT

Moraes

Antonio Montes Moraes · nasceu em 1946

Moraes se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 2.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,23← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PDT2008PDT2012PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.

Sempre pelo PDT.

VereadorPartidoPDT20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 65 anos, até o fundamental, vereador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Laranjal (MG)
    PDT 12347· centro-esquerda
    suplente107 votos
  2. 2008
    Vereador · Laranjal (MG)
    PDT 12347· centro-esquerda
    eleito403 votos
  3. 2004
    Vereador · Laranjal (MG)
    PDT 12347· centro-esquerda
    eleito329 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Moraes declarou ao TSE R$ 6,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 4,1 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Laranjal (MG) · PDT · suplente

De onde veio

R$ 4.057
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.057.
  1. PartidoR$ 2.10851,9%
  2. PessoasR$ 1.94948,1%

Para onde foi

R$ 4.057
O maior gasto foi com material impresso: 45% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.057.
  1. Material impressoR$ 1.83045,1%
  2. TransporteR$ 82320,3%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 75418,6%
  4. OutrosR$ 65016%

Quanto custou cada voto: vereador, Laranjal (MG), 2012

Mediana da disputa: R$ 43,6 por voto. Quem venceu, Miguel Do Tuna, gastou R$ 24,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 193; o mais barato, R$ 24,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Milton Lixeiro Brow PVR$ 6 mil · 31 votosR$ 193
  • Fernanda PDTR$ 5,6 mil · 59 votosR$ 95,1
  • Barão PPR$ 4,8 mil · 57 votosR$ 84,5
  • Du Degraus PSDR$ 12 mil · 157 votosR$ 79,4
  • Zé Pedrada PDTR$ 4,6 mil · 92 votosR$ 49,5
  • Sonimar PPR$ 6,9 mil · 139 votosR$ 49,3
  • Marquinho PVR$ 4,8 mil · 111 votosR$ 43,6
  • Ana Lima PDTR$ 6,4 mil · 147 votosR$ 43,2
  • Marquinho Viana PPR$ 7,7 mil · 201 votosR$ 38,5
  • Andre Barbosinha PPR$ 9,4 mil · 263 votosR$ 35,6
  • Adilson PDTR$ 6,5 mil · 201 votosR$ 32,2
  • Miguel Do Tuna PDTR$ 4,6 mil · 189 votosR$ 24,2

Votos por real

  • 2012, vereador: 26 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 191 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 329 votos por R$ 1.000, 4,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.