Apuração
Vereadora · 2024 · PODE

Monica Duarte

nasceu em 1995

Monica Duarte se candidatou em 2 eleições, de 2020 a 2024, e foi eleita em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPODE+0,48← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2020PODE2024PODE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PODE.

VereadoraPartidoPODE202020222024
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2024, não eleita.

Declarou ao TSE em 2024: 29 anos, superior completo, administrador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vereadora · Florianópolis (SC)
    PODE 20000· direita
    não eleita2.620 votos
  2. 2020
    Vereadora · Florianópolis (SC)
    PODE 19022· direita
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Monica Duarte declarou ao TSE R$ 151 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereadora: R$ 94 mil, 38% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2,5 mil.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereadora · Florianópolis (SC) · PODE · não eleita

De onde veio

R$ 93,7 mil
38% veio de fundos públicos; 27 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 93,7 mil.
  1. PessoasR$ 50,3 mil53,7%
  2. Fundo eleitoralR$ 35,5 mil37,9%
  3. VaquinhaR$ 4.4954,8%
  4. Próprio bolsoR$ 3.3733,6%

Para onde foi

R$ 93,5 mil
O maior gasto foi com serviços: 36% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 93,5 mil.
  1. ServiçosR$ 33,4 mil35,7%
  2. Material impressoR$ 25,2 mil27%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 17,1 mil18,2%
  4. InternetR$ 13,7 mil14,7%
  5. EscritórioR$ 3.0343,2%
  6. PessoalR$ 5740,6%
  7. OutrosR$ 5240,6%

Quanto custou cada voto: vereadora, Florianópolis (SC), 2024

Mediana da disputa: R$ 67,6 por voto. Quem venceu, Manu Vieira, gastou R$ 24,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 167; o mais barato, R$ 24,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Juarez Silveira PSDR$ 273 mil · 1.633 votosR$ 167
  • Vitor Silveira PTR$ 149 mil · 1.039 votosR$ 144
  • Nildão PC do BR$ 255 mil · 1.830 votosR$ 139
  • Tânia Ramos PSOLR$ 254 mil · 2.003 votosR$ 127
  • Professora Fabricia Souza PSDR$ 167 mil · 1.743 votosR$ 95,7
  • Tiago Silva PDTR$ 180 mil · 2.483 votosR$ 72,5
  • Kelly Vieira MDBR$ 145 mil · 2.145 votosR$ 67,6
  • Professor Cadu PTR$ 146 mil · 2.178 votosR$ 66,9
  • Carla Ayres PTR$ 204 mil · 5.743 votosR$ 35,5
  • Afrânio Boppré PSOLR$ 169 mil · 6.061 votosR$ 27,8
  • Roberto Katumi PSDR$ 142 mil · 5.357 votosR$ 26,6
  • Manu Vieira PLR$ 166 mil · 6.727 votosR$ 24,6

Votos por real

  • 2024, vereadora: 28 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
  • 2020, vereadora: 31 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.