Mônica do Gordo
Mônica Batista de Paula Guimarães · nasceu em 1975
Mônica do Gordo se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleita em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: MDB (2004), PP (2012), PHS (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 41 anos, até o fundamental, dona de casa, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Mônica do Gordo declarou R$ 190,1 mil em bens, em reais de hoje: 4,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás.
Declarou 4,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2016.
- Mônica do GordoR$ 190,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 41,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 157,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Mônica do Gordo declarou ao TSE R$ 26 mil em receitas, em reais de hoje, <0,1% de dinheiro público.
2016 · Vereadora · Córrego do Ouro (GO) · PHS · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 25,6 mil99,8%
- Fundo partidárioR$ 210,1%
- Outros candidatosR$ 190,1%
Para onde foi
- TransporteR$ 1.13396,7%
- Material impressoR$ 393,3%
Quanto custou cada voto: vereadora, Córrego do Ouro (GO), 2016
Mediana da disputa: R$ 42,4 por voto. Quem venceu, Revalino Pereira, gastou R$ 24,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 215; o mais barato, R$ 24,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Patrik Costa PLR$ 17 mil · 81 votosR$ 215
- Ze Maloca REPUBLICANOSR$ 5,5 mil · 32 votosR$ 171
- Airton Mata-Egua PSDBR$ 5,3 mil · 51 votosR$ 103
- Carlinhos SOLIDARIEDADER$ 5,4 mil · 72 votosR$ 74,5
- Pedão SOLIDARIEDADER$ 5,2 mil · 85 votosR$ 61,7
- Divino Mota CIDADANIAR$ 7,4 mil · 130 votosR$ 56,7
- Urailto Tavares PSLR$ 6,1 mil · 143 votosR$ 42,4
- Wagton De Carmolândia PODER$ 7,3 mil · 181 votosR$ 40,5
- Victor Huggo PTBR$ 7,2 mil · 186 votosR$ 38,8
- Cleudes Do Nuta PRTBR$ 6,8 mil · 184 votosR$ 36,9
- Claudinho PROSR$ 5,7 mil · 160 votosR$ 35,8
- Revalino Pereira PPR$ 5,4 mil · 219 votosR$ 24,5
Votos por real
- 2016, vereadora: 38 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.