Apuração
Vereadora · 2016 · PHS

Mônica do Gordo

Mônica Batista de Paula Guimarães · nasceu em 1975

Mônica do Gordo se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleita em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPHS+0,40← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2012PP2016PHS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: MDB (2004), PP (2012), PHS (2016).

VereadoraPartidoMDBPPPHS2004200620082010201220142016
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 41 anos, até o fundamental, dona de casa, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PHS 31333· centro-direita
    suplente
  2. 2012
    PP 11333· direita· na urna, Monica
    suplente
  3. 2004
    MDB 15501· centro· na urna, Mônica
    suplente38 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Mônica do Gordo declarou R$ 190,1 mil em bens, em reais de hoje: 4,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 190,1 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 117.000 na declaração)

Declarou 4,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2016.

  • Mônica do GordoR$ 190,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 41,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 157,6 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 190,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Mônica do Gordo declarou ao TSE R$ 26 mil em receitas, em reais de hoje, <0,1% de dinheiro público.

2016 · Vereadora · Córrego do Ouro (GO) · PHS · suplente

De onde veio

R$ 25,6 mil
<0,1% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 25,6 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 25,6 mil99,8%
  2. Fundo partidárioR$ 210,1%
  3. Outros candidatosR$ 190,1%

Para onde foi

R$ 1.172
O maior gasto foi com transporte: 97% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.172.
  1. TransporteR$ 1.13396,7%
  2. Material impressoR$ 393,3%

Quanto custou cada voto: vereadora, Córrego do Ouro (GO), 2016

Mediana da disputa: R$ 42,4 por voto. Quem venceu, Revalino Pereira, gastou R$ 24,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 215; o mais barato, R$ 24,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereadora: 38 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.