Moises Gama
Moises de Jesus Gama Rosa · nasceu em 1973
Moises Gama se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016 e 2020.
Passou por 4 partidos: PRP (2008), REPUBLICANOS (2012–2016), PROS (2020), UNIÃO (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 51 anos, superior incompleto, vereador, cor preta. A cor declarada mudou: parda em 2016, preta em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Moises Gama declarou R$ 568,8 mil em bens, em reais de hoje: 84 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Maranhão. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 162,7 mil acima da inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 84 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Maranhão em 2020.
- Moises GamaR$ 568,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 6.751
- Mediana dos eleitosR$ 71,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Caminhonete s 10 placa pth 8316R$ 285,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Uma casa no parque jairR$ 143,6 milCasa
- Um terreno no parqu jairR$ 79 milTerreno
- Um terreno no parque jairR$ 60,3 milTerreno
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Moises Gama declarou ao TSE R$ 58 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereador: R$ 26 mil, 81% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · São José de Ribamar (MA) · UNIÃO · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 21,1 mil81,3%
- Próprio bolsoR$ 2.84410,9%
- PessoasR$ 1.9697,6%
- Outros candidatosR$ 660,3%
Para onde foi
- Material impressoR$ 23,9 mil99,8%
- TransporteR$ 550,2%
Quanto custou cada voto: vereador, São José de Ribamar (MA), 2024
Mediana da disputa: R$ 89,2 por voto. Quem venceu, Laís Alencar, gastou R$ 36,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 303; o mais barato, R$ 36,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Mariana Mendes PODER$ 61 mil · 202 votosR$ 303
- Professor Torreão PTR$ 48 mil · 173 votosR$ 280
- Raquel Frazão Das Vilas PODER$ 61 mil · 373 votosR$ 164
- Ana Paula PODER$ 61 mil · 397 votosR$ 154
- Jailson Rocha PTR$ 114 mil · 774 votosR$ 148
- Jordão Reis UNIÃOR$ 78 mil · 859 votosR$ 90,6
- Marlene Monroe PODER$ 61 mil · 686 votosR$ 89,2
- Rosangela Sousa PODER$ 66 mil · 1.010 votosR$ 65
- Elisa Lima PODER$ 61 mil · 996 votosR$ 61,7
- Andrey Villela PSBR$ 59 mil · 1.113 votosR$ 52,7
- Alberto Arrais PLR$ 48 mil · 1.113 votosR$ 43,4
- Laís Alencar PLR$ 61 mil · 1.674 votosR$ 36,7
Votos por real
- 2024, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 38% da mediana da disputa.
- 2020, vereador: 100 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 112 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 117 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.