Mocinha
Zulmira Vicentina Parreiras Borges · nasceu em 1957
Mocinha disputou uma eleição, em 2012, para vereadora (Bonfim (MG)), pelo PTB: suplente.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 55 anos, ensino médio, técnico de laboratório e raios x. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Mocinha declarou R$ 175,3 mil em bens, em reais de hoje: 5,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 5,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.
- MocinhaR$ 175,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2012, Mocinha declarou ao TSE R$ 7,1 mil em receitas, em reais de hoje.
2012 · Vereadora · Bonfim (MG) · PTB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 4.76567,4%
- Próprio bolsoR$ 2.25531,9%
- Outros candidatosR$ 480,7%
Para onde foi
- TransporteR$ 4.83068,3%
- OutrosR$ 1.30018,4%
- Material impressoR$ 93813,3%
Quanto custou cada voto: vereadora, Bonfim (MG), 2012
Mediana da disputa: R$ 66,1 por voto. Quem venceu, Rafael Da Saúde, gastou R$ 34,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 320; o mais barato, R$ 34,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Lúcia Do Quadô CIDADANIAR$ 12 mil · 36 votosR$ 320
- Fernandão PHSR$ 16 mil · 64 votosR$ 245
- Ernesto PSDBR$ 21 mil · 97 votosR$ 218
- Juscelino Da Saúde PPR$ 12 mil · 104 votosR$ 111
- Lucélia PHSR$ 8,6 mil · 110 votosR$ 78,6
- Marcos Leandro PVR$ 13 mil · 193 votosR$ 67,2
- Branca DEMR$ 11 mil · 163 votosR$ 66,1
- Nenem Do Antônio Barreiro PPR$ 8,9 mil · 162 votosR$ 55,1
- Olivando AGIRR$ 12 mil · 256 votosR$ 48
- Adelaine Do Laclibe PTBR$ 11 mil · 256 votosR$ 41,1
- Zé Carlos PVR$ 11 mil · 311 votosR$ 35,9
- Rafael Da Saúde PPR$ 11 mil · 325 votosR$ 34,6
Votos por real
- 2012, vereadora: 18 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.