Mocinha
Rejane Celma da Silva Martins · nasceu em 1971
Mocinha se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleita em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PL (2004–2008), PHS (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, não eleita.
Declarou ao TSE em 2016: 44 anos, até o fundamental, dona de casa, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Mocinha declarou R$ 812,3 mil em bens, em reais de hoje.
Mais da metade (52%) dos candidatos a vereador no Amazonas não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Mocinha declarou ao TSE R$ 3,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereadora: R$ 2,9 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Japurá (AM) · PHS · não eleita
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereadora, Japurá (AM), 2016
Mediana da disputa: R$ 51,3 por voto. Quem venceu, Kiko, gastou R$ 27,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 126; o mais barato, R$ 27,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 3 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Greyciane PC do BR$ 6,8 mil · 54 votosR$ 126
- Heber Lopes PLR$ 3,2 mil · 26 votosR$ 125
- Rosa Do Sulero PODER$ 3,2 mil · 59 votosR$ 54,9
- Biro PSDR$ 5,3 mil · 98 votosR$ 54,5
- Jorge Evaristo CIDADANIAR$ 4,9 mil · 96 votosR$ 51,3
- Irmão Amadeu PSCR$ 5,3 mil · 132 votosR$ 40,5
- Knes Lopes PTBR$ 3,5 mil · 101 votosR$ 35,1
- Casinha MDBR$ 5 mil · 181 votosR$ 27,6
- Kiko PTBR$ 3,7 mil · 136 votosR$ 27,3
Votos por real
- 2016, vereadora: 11 votos por R$ 1.000, 56% da mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 34 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 16 votos por R$ 1.000, 92% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.