Moacir Schneider
nasceu em 1975
Moacir Schneider se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 37 anos, superior completo, professor de ensino médio. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Moacir Schneider declarou R$ 21,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 17,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 24% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.
- Moacir SchneiderR$ 21,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Moacir Schneider declarou ao TSE R$ 3,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 2,5 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Imigrante (RS) · PT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 43350,6%
- PartidoR$ 42249,4%
Para onde foi
- Material impressoR$ 63073,7%
- TransporteR$ 22526,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Imigrante (RS), 2012
Mediana da disputa: R$ 28,2 por voto. Quem venceu, Gilnei, gastou R$ 17,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 133; o mais barato, R$ 17,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Chiquinho MDBR$ 1,9 mil · 14 votosR$ 133
- Werner Hachmann MDBR$ 4,8 mil · 46 votosR$ 105
- Marcia MDBR$ 1,9 mil · 25 votosR$ 74,8
- Enio Scheer MDBR$ 2,2 mil · 41 votosR$ 53,2
- Rosani Rohsig MDBR$ 2,6 mil · 55 votosR$ 46,5
- Jairo MDBR$ 2 mil · 52 votosR$ 39
- Scheffler PPR$ 2,8 mil · 99 votosR$ 28,2
- Roni PTR$ 2,5 mil · 94 votosR$ 26,4
- Peter MDBR$ 3,8 mil · 158 votosR$ 23,9
- Marlise Wommer MDBR$ 2,1 mil · 94 votosR$ 22,6
- Marcio Rottoli PDTR$ 2,2 mil · 104 votosR$ 21,3
- Gilnei MDBR$ 2,7 mil · 150 votosR$ 17,8
Votos por real
- 2012, vereador: 78 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 42 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.