Apuração
Vereador · 2024 · UNIÃO

Moacir Gegler

Adão Moacir Gegler · nasceu em 1958

Moacir Gegler se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em nenhuma. Em 2 delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoUNIÃO+0,58← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PRTB2006AGIR2010AGIR2018PSL2024UNIÃO← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 4 partidos: PRTB (2004), AGIR (2006–2010), PSL (2018), UNIÃO (2024).

Dep. federalDep. estadualPrefeitoVereadorPartidoPRTBAGIRPSLUNIÃO’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.

Declarou ao TSE em 2024: 65 anos, superior completo, jornalista e redator, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    UNIÃO 44888· direita
    não eleito
  2. 2018
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    PSL 17117· direita
    suplente1.013 votos; 442º mais votado de 798 no estado
  3. 2010
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    AGIR 36010· centro-direita· na urna, Adão Moacir Gegler
    candidatura não chegou à urna
  4. 2006
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    AGIR 3600· centro-direita
    não eleito515 votos; 241º mais votado de 279 no estado
  5. 2004
    PRTB 28· direita· na urna, Adão Moacir Gegler
    candidatura não chegou à urna

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Moacir Gegler teve 1.013 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 442º lugar entre 798 candidatos.

Recebeu votos em 129 cidades. São Sebastião do Caí deu 25,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 66,7%.

1.013 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 1.013 votos.
  1. São Sebastião do Caí (RS)257 votos25,4%
  2. Porto Alegre (RS)80 votos7,9%
  3. São José do Hortêncio (RS)44 votos4,3%
  4. Novo Hamburgo (RS)38 votos3,8%
  5. Bom Princípio (RS)36 votos3,6%
  6. Outras 114 cidades337 votos33,3%
As outras 1 eleições para deputado
515 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 515 votos.
  1. São Sebastião do Caí (RS)181 votos35,1%
  2. Porto Alegre (RS)65 votos12,6%
  3. São Leopoldo (RS)33 votos6,4%
  4. Salvador do Sul (RS)28 votos5,4%
  5. Tupandi (RS)22 votos4,3%
  6. Outras 37 cidades68 votos13,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Moacir Gegler declarou R$ 3,5 mi em bens, em reais de hoje: 50 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2006 e 2024, o total subiu R$ 3,5 mi acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 100 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 3,5 mi
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 3.160.000 na declaração)

Declarou 50 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2024.

  • Moacir GeglerR$ 3,5 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 69,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 195,5 mil

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 3,5 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
  1. cnpj 10933866000109R$ 3,1 mi
    Loja
  2. Area ruralR$ 309,3 mil
    Terreno rural
  3. cnpj 33704949000121R$ 55,2 mil
    Loja
  4. cnpj 51730652000112R$ 33,1 mil
    Loja

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Moacir Gegler declarou ao TSE R$ 7,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 4,7 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereador · São Sebastião do Caí (RS) · UNIÃO · não eleito

De onde veio

R$ 711
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 711.
  1. Próprio bolsoR$ 49269,2%
  2. Outros candidatosR$ 21930,8%

Para onde foi

R$ 492
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, São Sebastião do Caí (RS), 2024

Mediana da disputa: R$ 22,1 por voto. Quem venceu, Alex Da Revenda, gastou R$ 9,29 por voto. O voto mais caro custou R$ 238; o mais barato, R$ 9,29.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2024, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 86% da mediana da disputa.
  • 2018, deputado estadual: 259 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
  • 2006, deputado federal: 302 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.