Apuração
Deputado estadual · 2014 · PODE

Moacir Figueiredo

Moacir Soares de Figueiredo · nasceu em 1965

Moacir Figueiredo se candidatou em 3 eleições, de 2010 a 2014, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPODE−0,36← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2010PSOL2012PSOL2014PODE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PSOL (2010–2012), PODE (2014).

Dep. estadualVereadorPartidoPSOLPODE201020122014
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2014, suplente.

Declarou ao TSE em 2014: 49 anos, até o fundamental, vendedor pracista, representante, caixeiro-viajante e assemelhados, cor preta. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PODE 19888· direita
    suplente829 votos; 482º mais votado de 1.055 no estado
  2. 2012
    Vereador · Montes Claros (MG)
    PSOL 50888· esquerda
    não eleito
  3. 2010
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PSOL 50888· esquerda
    não eleito429 votos; 703º mais votado de 942 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Moacir Figueiredo teve 829 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 482º lugar entre 1.055 candidatos.

Recebeu votos em 50 cidades. Varzelândia deu 19,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 84,1%.

829 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 829 votos.
  1. Varzelândia (MG)158 votos19,1%
  2. São João da Ponte (MG)104 votos12,5%
  3. Bocaiúva (MG)65 votos7,8%
  4. Francisco Dumont (MG)63 votos7,6%
  5. Montes Claros (MG)63 votos7,6%
  6. Outras 35 cidades132 votos15,9%
As outras 1 eleições para deputado
429 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 429 votos.
  1. Montes Claros (MG)51 votos11,9%
  2. São Francisco (MG)49 votos11,4%
  3. Pedras de Maria da Cruz (MG)47 votos11%
  4. Brasília de Minas (MG)41 votos9,6%
  5. Coração de Jesus (MG)35 votos8,2%
  6. Outras 24 cidades59 votos13,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Moacir Figueiredo declarou R$ 23,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2010 e 2012, o total caiu R$ 205,1 mil, já descontada a inflação.

Em 2014, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 23,7 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 10.800 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.

  • Moacir FigueiredoR$ 23,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 23,7 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Veiculo ford belina II ano 1988R$ 11 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  2. Moto XTZ125 yamaha ano 2005R$ 11 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Telefone celular black berryR$ 1.315
    Linha telefônica
  4. Celular nokiaR$ 438
    Linha telefônica

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Moacir Figueiredo declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 8,5 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 250.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2014 · Deputado estadual · Minas Gerais · PODE · suplente

De onde veio

R$ 8.544
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 8.544.
  1. PartidoTudo de Partido Trabalhista Nacional - PtnR$ 7.68089,9%
  2. Próprio bolsoR$ 86410,1%

Para onde foi

R$ 8.544
O maior gasto foi com rádio, TV e vídeo: 90% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 8.544.
  1. Rádio, TV e vídeoTudo de Partido Trabalhista Nacional - PtnR$ 7.68089,9%
  2. Material impressoTudo de Grafcenter Ltda - MeR$ 86410,1%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Minas Gerais, 2014

Mediana da disputa: R$ 43,6 por voto. Quem venceu, Paulo Guedes, gastou R$ 28,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 205; o mais barato, R$ 28,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado estadual: 97 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 54% da mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 193 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.