Moacir de Pilões
Moacir Bezerra Cabral · nasceu em 1962
Moacir de Pilões se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSL (2004), DEM (2008–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 57 anos, até o fundamental, agricultor, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Moacir de Pilões declarou R$ 46 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 21,4 mil, já descontada a inflação.
Mais da metade (58%) dos candidatos a vereador em Alagoas não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Moacir de Pilões declarou ao TSE R$ 30 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 12 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · São José da Tapera (AL) · DEM · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoR$ 28395,2%
- EscritórioR$ 144,8%
Quanto custou cada voto: vereador, São José da Tapera (AL), 2020
Mediana da disputa: R$ 36,3 por voto. Quem venceu, Suelington Fontes, gastou R$ 19,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.011; o mais barato, R$ 19,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tida Do Brejinho PSDR$ 14 mil · 14 votosR$ 1.011
- Mirelle Bossato PLR$ 21 mil · 61 votosR$ 348
- Darylha Fernandes PLR$ 21 mil · 230 votosR$ 92,3
- Cicinha Nobre PLR$ 24 mil · 497 votosR$ 47,5
- Amair Ribeiro PLR$ 24 mil · 513 votosR$ 47,4
- Luciano Maia PLR$ 25 mil · 650 votosR$ 39,2
- Ernandes Do Caboclo PLR$ 21 mil · 585 votosR$ 36,3
- Douglas Azevedo PLR$ 15 mil · 418 votosR$ 35,8
- Zé Antonio Pereira MDBR$ 20 mil · 570 votosR$ 35,1
- Professor Edson PLR$ 17 mil · 562 votosR$ 30,7
- Zé Vanildo PLR$ 13 mil · 630 votosR$ 20,4
- Suelington Fontes MDBR$ 14 mil · 753 votosR$ 19,2
Votos por real
- 2020, vereador: 355 votos por R$ 1.000, 13 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 62 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.