Apuração
Deputado federal · 2018 · PSC

Moacir Coimbra Brasil

Moacir Pereira Coimbra · nasceu em 1947

Moacir Coimbra Brasil se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2018, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSC+0,52← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004AGIR2010MDB2012PSC2014PSC2016PATRIOTA2018PSC← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 4 partidos: AGIR (2004), MDB (2010), PSC (2012–2014), PATRIOTA (2016), PSC (2018).

Dep. federalVereadorPartidoAGIRMDBPSCPATRIOTAPSC20042006200820102012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 70 anos, até o fundamental, cor branca. A cor declarada mudou: preta em 2014, parda em 2016, branca em 2018. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado federal · Minas Gerais
    PSC 2001· direita
    suplente497 votos; 605º mais votado de 825 no estado
  2. 2016
    PATRIOTA 51800· direita
    candidatura não chegou à urna
  3. 2014
    Deputado federal · Minas Gerais
    PSC 2000· direita
    suplente1.770 votos; 242º mais votado de 620 no estado
  4. 2012
    PSC 20551· direita· na urna, Moacir Coimbra
    suplente
  5. 2010
    Deputado federal · Minas Gerais
    MDB 1551· centro· na urna, Moacir Coimbra
    suplente2.013 votos; 235º mais votado de 524 no estado
  6. 2004
    AGIR 36654· centro-direita· na urna, Moacir Coimbra
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Moacir Coimbra Brasil teve 497 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 605º lugar entre 825 candidatos.

Recebeu votos em 78 cidades. Belo Horizonte deu 65,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 83,9%.

497 votos
votos para deputado federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 497 votos.
  1. Belo Horizonte (MG)325 votos65,4%
  2. Pescador (MG)13 votos2,6%
  3. Ladainha (MG)12 votos2,4%
  4. Santa Luzia (MG)10 votos2%
  5. Contagem (MG)8 votos1,6%
  6. Outras 63 cidades80 votos16,1%
As outras 2 eleições para deputado
1.770 votos
votos para deputado federal em 2014
Cada quadrado é 1% de 1.770 votos.
  1. Belo Horizonte (MG)847 votos47,9%
  2. Ribeirão das Neves (MG)329 votos18,6%
  3. Sete Lagoas (MG)49 votos2,8%
  4. Santa Luzia (MG)31 votos1,8%
  5. Juiz de Fora (MG)30 votos1,7%
  6. Outras 163 cidades312 votos17,6%
2.013 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 2.013 votos.
  1. Belo Horizonte (MG)764 votos38%
  2. Ubá (MG)226 votos11,2%
  3. Visconde do Rio Branco (MG)82 votos4,1%
  4. Miraí (MG)41 votos2%
  5. Contagem (MG)32 votos1,6%
  6. Outras 257 cidades648 votos32,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Moacir Coimbra Brasil declarou R$ 12,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2018, o total subiu R$ 2.428 acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 12,2 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 8.000 na declaração)

Declarou 8% da mediana dos candidatos a deputado federal em Minas Gerais em 2018.

  • Moacir Coimbra BrasilR$ 12,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 152,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,6 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 12,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 6 campanhas com contas prestadas, Moacir Coimbra Brasil declarou ao TSE R$ 36 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 18 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado federal · Minas Gerais · PSC · suplente

De onde veio

R$ 452
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.

Para onde foi

Nada declarado em 2018.

Quanto custou cada voto: deputado federal, Minas Gerais, 2018

Mediana da disputa: R$ 48,9 por voto. Quem venceu, Rodrigo De Castro, gastou R$ 19,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 139; o mais barato, R$ 19,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado federal: 447 votos por R$ 1.000, 7,9 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2010, deputado federal: 339 votos por R$ 1.000, 4,9 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 610 votos por R$ 1.000, 6,7 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.