Moabe Lopes
nasceu em 1986
Moabe Lopes se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PTB (2012), AGIR (2016), PTB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 34 anos, ensino médio, mecânico de manutenção, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Moabe Lopes declarou R$ 314,6 mil em bens, em reais de hoje: 18 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 277,2 mil acima da inflação.
Declarou 18 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Moabe LopesR$ 314,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Moabe Lopes declarou ao TSE R$ 688 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 601.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Brotas (SP) · PTB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 37462,1%
- Outros candidatosR$ 22837,9%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Brotas (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 6,17 por voto. Quem venceu, Mirinho Da Vara, gastou R$ 2,55 por voto. O voto mais caro custou R$ 11,8; o mais barato, R$ 2,55.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cleiton Do Patrimônio PSDBR$ 1,2 mil · 103 votosR$ 11,8
- Eduardo Esteves PSDBR$ 3,4 mil · 325 votosR$ 10,5
- Valdir Sgorlon PTBR$ 4,3 mil · 559 votosR$ 7,63
- Fernanda Ragassi DEMR$ 2,4 mil · 370 votosR$ 6,40
- Diego Alvaredo PSDBR$ 1,6 mil · 251 votosR$ 6,31
- Mario De Barros DEMR$ 2,3 mil · 371 votosR$ 6,21
- Bruno Cesar Urbano PLR$ 1,1 mil · 182 votosR$ 6,17
- Fabinho Bueno PSDBR$ 2,3 mil · 403 votosR$ 5,62
- Fred Da Ambulância PSDBR$ 1,2 mil · 295 votosR$ 4,08
- Reginaldo Sgorlon DEMR$ 1,7 mil · 458 votosR$ 3,74
- Thales Barros Sgorlon DEMR$ 2,4 mil · 711 votosR$ 3,34
- Mirinho Da Vara DEMR$ 1,2 mil · 483 votosR$ 2,55
Votos por real
- 2020, vereador: 248 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 141 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.