Apuração
Deputado federal · 2014 · PDT

Missionário Teo

Teodolino de Souza e Silva · nasceu em 1959

Missionário Teo se candidatou em 3 eleições, de 2006 a 2014, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPDT+0,16← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2006PTB2008PP2014PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PTB (2006), PP (2008), PDT (2014).

Dep. federalDep. estadualVereadorPartidoPTBPPPDT20062008201020122014
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2014, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2014: 55 anos, ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado federal · Minas Gerais
    PDT 1247· centro-esquerda
    candidatura não chegou à urna
  2. 2008
    Vereador · Raul Soares (MG)
    PP 11111· direita· na urna, Dolinha
    suplente
  3. 2006
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PTB 14789· centro-direita· na urna, Dola
    suplente558 votos; 586º mais votado de 852 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Missionário Teo teve 558 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 586º lugar entre 852 candidatos.

Recebeu votos em 108 cidades. Raul Soares deu 56,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 79,6%.

558 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 558 votos.
  1. Raul Soares (MG)314 votos56,3%
  2. Belo Horizonte (MG)43 votos7,7%
  3. Ipatinga (MG)16 votos2,9%
  4. Contagem (MG)11 votos2%
  5. Betim (MG)8 votos1,4%
  6. Outras 93 cidades114 votos20,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Missionário Teo declarou R$ 192 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2014, o total subiu R$ 102,5 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 192 mil
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 99.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a deputado federal em Minas Gerais em 2014.

  • Missionário TeoR$ 192 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 193,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,9 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 192 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Missionário Teo declarou ao TSE R$ 3,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 3 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Raul Soares (MG) · PP · suplente

De onde veio

R$ 506
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 506.
  1. Próprio bolsoR$ 24147,6%
  2. PessoasR$ 14528,6%
  3. Outros candidatosR$ 12023,8%

Para onde foi

R$ 506
O maior gasto foi com outros: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Raul Soares (MG), 2008

Mediana da disputa: R$ 20 por voto. Quem venceu, Joaquim Fragoso, gastou R$ 11,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 271; o mais barato, R$ 11,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Ramone Da Uaitec PVR$ 6 mil · 22 votosR$ 271
  • Maria Carola PVR$ 6,6 mil · 34 votosR$ 194
  • Terezinha PDTR$ 7,3 mil · 47 votosR$ 155
  • Edwar Raspante DEMR$ 6,2 mil · 100 votosR$ 62
  • René De Bicuiba PLR$ 6,6 mil · 166 votosR$ 39,6
  • Ramiro Grossi PTR$ 11 mil · 339 votosR$ 32,6
  • Fernanda DEMR$ 8,3 mil · 416 votosR$ 20
  • Ze Flavio CIDADANIAR$ 6 mil · 314 votosR$ 19,1
  • Rui Do Jipe MDBR$ 7,1 mil · 403 votosR$ 17,5
  • Zé Maria Peixoto DEMR$ 6,9 mil · 408 votosR$ 17
  • Quinca Donana PSBR$ 7,4 mil · 550 votosR$ 13,5
  • Joaquim Fragoso DEMR$ 7,1 mil · 625 votosR$ 11,4

Votos por real

  • 2008, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 88% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 191 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.