Miron Matos
Manoel Miron Matos · nasceu em 1958
Miron Matos se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016 e 2020.
Passou por 4 partidos: PODE (2004), PSC (2008), PSB (2016), PP (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 62 anos, ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Miron Matos declarou R$ 224 mil em bens, em reais de hoje: 31 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 45,6 mil, já descontada a inflação.
Declarou 31 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2020.
- Miron MatosR$ 224 mil
- Mediana dos candidatosR$ 7.182
- Mediana dos eleitosR$ 90,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Miron Matos declarou ao TSE R$ 33 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 15 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Piatã (BA) · PP · eleito
De onde veio
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 1.41564,1%
- Próprio bolsoR$ 79335,9%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Piatã (BA), 2020
Mediana da disputa: R$ 3,12 por voto. Quem venceu, Zé Pitomba, gastou R$ 1,43 por voto. O voto mais caro custou R$ 96,8; o mais barato, R$ 1,43.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Nalva D Zé Do Trator PDTR$ 1,8 mil · 19 votosR$ 96,8
- Sandra D Lico PDTR$ 1,4 mil · 127 votosR$ 11,3
- Dó Da Vereda PDTR$ 1,4 mil · 265 votosR$ 5,34
- Zaqueu PDTR$ 2,5 mil · 597 votosR$ 4,15
- Telma PDTR$ 1,8 mil · 548 votosR$ 3,31
- Lucas De Titi PDTR$ 1,6 mil · 490 votosR$ 3,18
- Jorge Mesquita PDTR$ 1,4 mil · 454 votosR$ 3,12
- Irmão Mazinho PDTR$ 1,4 mil · 537 votosR$ 2,64
- Professor Valmir PDTR$ 1,4 mil · 636 votosR$ 2,23
- Beto Bahia PDTR$ 1,4 mil · 671 votosR$ 2,11
- Kaique Marques PDTR$ 1,4 mil · 718 votosR$ 1,97
- Zé Pitomba PDTR$ 1,4 mil · 990 votosR$ 1,43
Votos por real
- 2020, vereador: 489 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 97 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 46 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.