Mirinho
Amarilzo Perfeito dos Santos · nasceu em 1968
Mirinho se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 4 partidos: PL (2004), PSB (2008), PSD (2012), PSDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 52 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Mirinho declarou R$ 32,9 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (57%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2012.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Mirinho declarou ao TSE R$ 3,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 2,9 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Paraty (RJ) · PSD · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Paraty (RJ), 2012
Mediana da disputa: R$ 40,2 por voto. Quem venceu, Tekinho Legal, gastou R$ 15,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 102; o mais barato, R$ 15,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Clariana Ferrazani PODER$ 14 mil · 138 votosR$ 102
- Luciano Olegario REPUBLICANOSR$ 14 mil · 162 votosR$ 89
- Lua Do Sindicato PTR$ 10 mil · 138 votosR$ 73,1
- Vidal MDBR$ 46 mil · 809 votosR$ 56,3
- Rangel MDBR$ 28 mil · 565 votosR$ 49,9
- Ronaldo Do Campinho PTR$ 13 mil · 272 votosR$ 46,3
- Sanica MOBILIZAR$ 15 mil · 378 votosR$ 40,2
- Nazinha Minair MDBR$ 15 mil · 477 votosR$ 31
- Santos Coquinho AVANTER$ 11 mil · 377 votosR$ 28,2
- Deilimar MDBR$ 16 mil · 621 votosR$ 25,8
- Já É Ruan AVANTER$ 12 mil · 477 votosR$ 24,8
- Tekinho Legal MDBR$ 14 mil · 893 votosR$ 15,5
Votos por real
- 2012, vereador: 194 votos por R$ 1.000, 7,8 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 132 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.