Mirico da Barra
Antônio Altamir Caetano · nasceu em 1947
Mirico da Barra se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 3 partidos: PDT (2004–2012), PP (2016), PT (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 73 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Mirico da Barra declarou R$ 718 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 93,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou 3% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Mirico da BarraR$ 718
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Mirico da Barra declarou ao TSE R$ 2,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 865.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Inhaúma (MG) · PT · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Inhaúma (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 6,43 por voto. Quem venceu, Preto Borracheiro, gastou R$ 1,34 por voto. O voto mais caro custou R$ 37; o mais barato, R$ 1,34.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Adelmo Tavares DEMR$ 665 · 18 votosR$ 37
- Ledim PSDR$ 3,6 mil · 171 votosR$ 21
- Boi Branco PSDR$ 2,1 mil · 130 votosR$ 15,9
- Daninho PSDBR$ 1,3 mil · 94 votosR$ 13,9
- Elbinho Dos Maias PSDBR$ 545 · 75 votosR$ 7,26
- Deusanio PSDR$ 368 · 55 votosR$ 6,69
- Cris Dos Quarteis MDBR$ 1,2 mil · 194 votosR$ 6,43
- Giovanni De Nei PSDR$ 555 · 102 votosR$ 5,44
- Felipe PSDBR$ 597 · 111 votosR$ 5,38
- Jerry MDBR$ 583 · 116 votosR$ 5,03
- Rodrigo Da Serralheria PSDBR$ 597 · 134 votosR$ 4,46
- Preto Borracheiro PSDBR$ 456 · 340 votosR$ 1,34
Votos por real
- 2016, vereador: 68 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 102 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 134 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 110 votos por R$ 1.000, 3,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.