Miriam da Tia Gê
Miriam Rodrigues Ribeiro · nasceu em 1970
Miriam da Tia Gê se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleita em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSB (2016), PL (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 49 anos, superior completo, feirante, ambulante e mascate, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Miriam da Tia Gê declarou R$ 29,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 9.168, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2020.
- Miriam da Tia GêR$ 29,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 27,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Miriam da Tia Gê declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereadora: R$ 17 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Costa Rica (MS) · PL · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereadora, Costa Rica (MS), 2020
Mediana da disputa: R$ 18,7 por voto. Quem venceu, Artur Baird, gastou R$ 9,69 por voto. O voto mais caro custou R$ 372; o mais barato, R$ 9,69.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Alex Da Eletronica PSDBR$ 7,1 mil · 19 votosR$ 372
- Vilson Do Vale PSDBR$ 8,7 mil · 24 votosR$ 361
- Professora Evair PSDBR$ 22 mil · 124 votosR$ 177
- Adair Tiago PSDBR$ 27 mil · 350 votosR$ 77,6
- Zeila MDBR$ 5,7 mil · 82 votosR$ 69,4
- Limiro Paulino PSDBR$ 13 mil · 235 votosR$ 55,2
- Everaldo Santos PSDR$ 8,5 mil · 453 votosR$ 18,7
- Averaldo Barbosa MDBR$ 7,1 mil · 508 votosR$ 13,9
- Evaldo Paulino PSDR$ 8,5 mil · 681 votosR$ 12,5
- Professora Manuelina MDBR$ 8,1 mil · 649 votosR$ 12,4
- Claudomiro Cocó MDBR$ 5,5 mil · 483 votosR$ 11,4
- Artur Baird PSDR$ 5 mil · 511 votosR$ 9,69
Votos por real
- 2016, vereadora: 25 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.