Mirão
Almiro Pereira de Macêdo · nasceu em 1960
Mirão se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2020.
Passou por 2 partidos: DEM (2004–2020), PSD (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2024: 64 anos, até o fundamental, cor parda. A cor declarada mudou: preta em 2020, parda em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024Vice-prefeito · Brejolândia (BA)PSD 55· centro-direitaNa chapa de Jonh Lenochapa não eleita547 votos da chapa, 7,2%
- 2020
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Mirão declarou R$ 27,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2020 e 2024, o total caiu R$ 166,3 mil, já descontada a inflação.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Mirão declarou ao TSE R$ 17 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 15 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Brejolândia (BA) · DEM · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.41555,6%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 1.13244,4%
Para onde foi
- EscritórioR$ 60,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Brejolândia (BA), 2020
Mediana da disputa: R$ 11,4 por voto. Quem venceu, Pretinha, gastou R$ 5,20 por voto. O voto mais caro custou R$ 60,7; o mais barato, R$ 5,20.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Fabinho DEMR$ 2,5 mil · 42 votosR$ 60,7
- Robenilson DEMR$ 2,5 mil · 80 votosR$ 31,7
- Edinho DEMR$ 2,5 mil · 128 votosR$ 19,8
- Li DEMR$ 3,3 mil · 221 votosR$ 14,9
- Leide Do Nen DEMR$ 2,5 mil · 189 votosR$ 13,5
- Neguinho Do Tido DEMR$ 2 mil · 167 votosR$ 12,1
- Zinha DEMR$ 2,1 mil · 184 votosR$ 11,4
- Milton Rocha DEMR$ 2,5 mil · 291 votosR$ 8,75
- Normelia DEMR$ 2,6 mil · 298 votosR$ 8,60
- Jo De Jesu DEMR$ 2,6 mil · 329 votosR$ 7,79
- Professora Misa Bastos DEMR$ 2,6 mil · 361 votosR$ 7,14
- Pretinha DEMR$ 2,2 mil · 423 votosR$ 5,20
Votos por real
- 2020, vereador: 224 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 36% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.