Milton do Chacororé
Milton Paulo da Silva · nasceu em 1970
Milton do Chacororé se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 3.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2016.
Passou por 3 partidos: DEM (2004), PL (2008–2012), PSB (2016), DEM (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 50 anos, ensino médio, agente de saúde e sanitarista, cor amarela. A cor declarada mudou: preta em 2016, amarela em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016Vereador · Barão de Melgaço (MT)PSB 40456· centro-esquerda· na urna, Milton do Chacororeeleito208 votos
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Milton do Chacororé declarou R$ 287,3 mil em bens, em reais de hoje: 4,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 219,9 mil acima da inflação.
Declarou 4,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2020.
- Milton do ChacororéR$ 287,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 58,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 208,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Milton do Chacororé declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 4,9 mil, 8,4% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Barão de Melgaço (MT) · PSB · eleito
De onde veio
- Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 4.50191,6%
- Fundo partidárioTudo de Partido Socialista Brasileiro P S BR$ 4118,4%
Para onde foi
- Pessoal1 pessoas, não nomeadasR$ 1.42529,2%
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 64813,3%
- Material impressoR$ 52310,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Barão de Melgaço (MT), 2016
Milton Do Chacorore: R$ 23,5 por voto (mediana da disputa, R$ 35). Quem venceu, Pedro Barqueiro, gastou R$ 17,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 186; o mais barato, R$ 17,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Milton Do Chacorore. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ze Luiz CIDADANIAR$ 7 mil · 38 votosR$ 186
- Juçara Damasceno PSCR$ 6,3 mil · 72 votosR$ 87,5
- Mamedes PSCR$ 5,3 mil · 67 votosR$ 79
- Tote PSCR$ 9 mil · 137 votosR$ 65,6
- Lauro PSDBR$ 4,5 mil · 106 votosR$ 42
- Edinho PLR$ 6 mil · 162 votosR$ 36,9
- Joilson Do Baiao PSCR$ 5,9 mil · 169 votosR$ 35
- Denas PLR$ 8 mil · 262 votosR$ 30,6
- Milton Do Chacorore PSBR$ 4,9 mil · 208 votosR$ 23,5
- Erick PTR$ 6,3 mil · 287 votosR$ 22
- Tico PSCR$ 5,8 mil · 281 votosR$ 20,6
- Pedro Barqueiro PLR$ 6 mil · 338 votosR$ 17,7
Votos por real
- 2016, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 57 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 194 votos por R$ 1.000, 7,1 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 70 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.