Miltinho da Paz
Antonio Milton de Castro Silva · nasceu em 1969
Miltinho da Paz se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 3 partidos: AVANTE (2004), PP (2008), MDB (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 43 anos, ensino médio. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Miltinho da Paz declarou R$ 78,2 mil em bens, em reais de hoje: 1,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia.
Em 2012, não declarou nenhum bem.
Declarou 1,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2008.
- Miltinho da PazR$ 78,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 40,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Miltinho da Paz declarou ao TSE R$ 34 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 18 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Petrolina (PE) · MDB · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 11 mil69,4%
- EmpresasR$ 2.69516,9%
- PessoasR$ 2.16613,6%
Para onde foi
- Material impressoR$ 7.72248,5%
- TransporteR$ 4.40627,7%
- ServiçosR$ 2.69516,9%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.0836,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Petrolina (PE), 2012
Mediana da disputa: R$ 35,8 por voto. Quem venceu, Ibamar, gastou R$ 23 por voto. O voto mais caro custou R$ 162; o mais barato, R$ 23.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sebastião Amorim PDTR$ 69 mil · 426 votosR$ 162
- Márcia Cavalcante PSDR$ 266 mil · 1.747 votosR$ 153
- Maria Elena PSBR$ 201 mil · 2.687 votosR$ 74,9
- Dr. Moisés PSBR$ 106 mil · 1.619 votosR$ 65,5
- César Durando PDTR$ 126 mil · 2.258 votosR$ 55,8
- Cristina Costa PTR$ 98 mil · 2.248 votosR$ 43,6
- Anatelia PSDR$ 50 mil · 1.402 votosR$ 35,8
- Paulo Afonso PSBR$ 63 mil · 1.926 votosR$ 32,7
- Osinaldo PPR$ 77 mil · 2.395 votosR$ 32
- Doutor Pérsio MDBR$ 95 mil · 3.597 votosR$ 26,4
- Alvorlande PRTBR$ 50 mil · 1.942 votosR$ 25,8
- Ibamar PRTBR$ 60 mil · 2.604 votosR$ 23
Votos por real
- 2012, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 47% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 234 votos por R$ 1.000, 6,4 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 63% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.