Milson Baiano
Edmirson Santos de Carvalho · nasceu em 1962
Milson Baiano se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 57 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Milson Baiano declarou R$ 143,6 mil em bens, em reais de hoje: 8,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 13,7 mil acima da inflação.
Declarou 8,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Milson BaianoR$ 143,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Milson Baiano declarou ao TSE R$ 2,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 1,6 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Pederneiras (SP) · MDB · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 71870,7%
- PartidoR$ 29729,3%
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Pederneiras (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 15,3 por voto. Quem venceu, Chapeu, gastou R$ 3,02 por voto. O voto mais caro custou R$ 49; o mais barato, R$ 3,02.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Silvana Nogueira PSLR$ 4,9 mil · 100 votosR$ 49
- Val Grana PSLR$ 16 mil · 421 votosR$ 38,7
- Regina Barrach DEMR$ 7,5 mil · 203 votosR$ 37,1
- Sol De Andrade MDBR$ 7,1 mil · 234 votosR$ 30,3
- Mara Veronez PSBR$ 7,1 mil · 236 votosR$ 30
- Adriana Metzenthin MDBR$ 7,3 mil · 279 votosR$ 26,2
- Professor Marildo PSBR$ 8,5 mil · 555 votosR$ 15,3
- Professor Marco De Almeida PSLR$ 3,8 mil · 267 votosR$ 14,4
- Joao Lino PATRIOTAR$ 3,6 mil · 306 votosR$ 11,8
- Adriano Do Postinho PSBR$ 9,5 mil · 1.340 votosR$ 7,10
- Danilo Alborghetti DEMR$ 5,3 mil · 1.296 votosR$ 4,07
- Chapeu PSDBR$ 4,3 mil · 1.411 votosR$ 3,02
Votos por real
- 2016, vereador: 188 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.