Milani
Deonilo Milani · nasceu em 1963
Milani se candidatou em 2 eleições, de 2006 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2006), PRTB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 57 anos, superior completo, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2006Deputado estadual · Santa CatarinaCIDADANIA 23100· centrosuplente2.975 votos; 152º mais votado de 301 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Milani teve 2.975 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 152º lugar entre 301 candidatos.
Recebeu votos em 150 cidades. Chapecó deu 9,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 57,4%.
- Chapecó (SC)291 votos9,8%
- São Domingos (SC)223 votos7,5%
- Concórdia (SC)183 votos6,2%
- Piratuba (SC)169 votos5,7%
- Xanxerê (SC)159 votos5,3%
- Outras 135 cidades1.267 votos42,6%
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Milani declarou R$ 116,6 mil em bens, em reais de hoje: 4,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2006 e 2020, o total caiu R$ 345,6 mil, já descontada a inflação.
Declarou 4,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2020.
- MilaniR$ 116,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 28,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 143,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Milani declarou ao TSE R$ 37 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 35 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Pato Branco (PR) · PRTB · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.40681,9%
- Outros candidatosR$ 53118,1%
Para onde foi
- PessoalR$ 1.30654,3%
- Material impressoR$ 87736,5%
- OutrosR$ 2229,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Pato Branco (PR), 2020
Mediana da disputa: R$ 35,1 por voto. Quem venceu, Dirceu Boaretto, gastou R$ 11,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 151; o mais barato, R$ 11,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Maria Conceição PLR$ 18 mil · 117 votosR$ 151
- Ade PLR$ 15 mil · 165 votosR$ 88,3
- Biruba PLR$ 64 mil · 761 votosR$ 83,7
- Mateus Neumann PSLR$ 21 mil · 317 votosR$ 65,5
- Amilton Maranoski PLR$ 21 mil · 413 votosR$ 51,4
- Marcos Marini PODER$ 50 mil · 1.254 votosR$ 39,7
- Ezaul Zillmer PSDR$ 16 mil · 453 votosR$ 35,1
- Joecir Bernardi PSDR$ 31 mil · 1.013 votosR$ 30,5
- Dr Mauro Mattia PRTBR$ 15 mil · 666 votosR$ 22,1
- Gilson Feitosa PTR$ 16 mil · 723 votosR$ 21,5
- Maccari PODER$ 22 mil · 1.132 votosR$ 19,5
- Dirceu Boaretto PODER$ 19 mil · 1.707 votosR$ 11,1
Votos por real
- 2020, vereador: 202 votos por R$ 1.000, 4,7 vezes a mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 86 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.