Apuração
Prefeito · 2020 · PV

Marco Santos Mikonga

Marco Antonio dos Santos · nasceu em 1967

Marco Santos Mikonga se candidatou em 10 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPV−0,09← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PV2004PV2006PV2008PV2010PV2012PV2014PSB2016PV2018PV2020PV← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PV (2002–2012), PSB (2014), PV (2016–2020).

Dep. federalDep. estadualPrefeitoVereadorPartidoPVPSBPV’02’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 53 anos, superior completo, publicitário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Prefeito · Campo Bom (RS)
    PV 43· centro
    não eleito131 votos, 0,4%
  2. 2018
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    PV 43192· centro· na urna, Marco Mikonga
    suplente161 votos; 724º mais votado de 798 no estado
  3. 2016
    Prefeito · Campo Bom (RS)
    PV 43· centro
    não eleito410 votos, 1,1%
  4. 2014
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    PSB 4043· centro-esquerda· na urna, Mikonga
    suplente437 votos; 236º mais votado de 308 no estado
  5. 2012
    Vereador · Campo Bom (RS)
    PV 43000· centro-esquerda· na urna, Mikonga
    suplente
  6. 2010
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    PV 4300· centro-esquerda· na urna, Mikonga
    não eleito2.206 votos; 116º mais votado de 271 no estado
  7. 2008
    Prefeito · Campo Bom (RS)
    PV 43· centro-esquerda· na urna, Mikonga
    não eleito636 votos, 1,6%
  8. 2006
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    PV 4300· centro-esquerda· na urna, Mikonga
    não eleito2.394 votos; 155º mais votado de 279 no estado
  9. 2004
    Vereador · Campo Bom (RS)
    PV 43000· centro-esquerda· na urna, Mikonga
    não eleito
  10. 2002
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    PV 4300· centro-esquerda· na urna, Mikonga
    não eleito3.076 votos; 129º mais votado de 197 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Marco Santos Mikonga teve 161 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 724º lugar entre 798 candidatos.

Recebeu votos em 20 cidades. Campo Bom deu 65,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,9%.

161 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 161 votos.
  1. Campo Bom (RS)106 votos65,8%
  2. Novo Hamburgo (RS)14 votos8,7%
  3. Porto Alegre (RS)11 votos6,8%
  4. Estância Velha (RS)4 votos2,5%
  5. Sapiranga (RS)4 votos2,5%
  6. Outras 5 cidades5 votos3,1%
As outras 4 eleições para deputado
437 votos
votos para deputado federal em 2014
Cada quadrado é 1% de 437 votos.
  1. Campo Bom (RS)204 votos46,7%
  2. Porto Alegre (RS)44 votos10,1%
  3. Novo Hamburgo (RS)37 votos8,5%
  4. Canoas (RS)26 votos5,9%
  5. Taquara (RS)11 votos2,5%
  6. Outras 38 cidades56 votos12,8%
2.206 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 2.206 votos.
  1. Porto Alegre (RS)580 votos26,3%
  2. Campo Bom (RS)270 votos12,2%
  3. Novo Hamburgo (RS)196 votos8,9%
  4. Gravataí (RS)119 votos5,4%
  5. Canoas (RS)68 votos3,1%
  6. Outras 135 cidades499 votos22,6%
2.394 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 2.394 votos.
  1. Porto Alegre (RS)662 votos27,7%
  2. Campo Bom (RS)449 votos18,8%
  3. Novo Hamburgo (RS)166 votos6,9%
  4. Canoas (RS)69 votos2,9%
  5. Horizontina (RS)68 votos2,8%
  6. Outras 143 cidades548 votos22,9%
3.076 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 3.076 votos.
  1. Campo Bom (RS)864 votos28,1%
  2. Porto Alegre (RS)775 votos25,2%
  3. Novo Hamburgo (RS)135 votos4,4%
  4. Canoas (RS)103 votos3,3%
  5. Gravataí (RS)102 votos3,3%
  6. Outras 127 cidades519 votos16,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Marco Santos Mikonga declarou R$ 581,1 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2020, o total subiu R$ 550,2 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 581,1 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 404.548 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2020.

  • Marco Santos MikongaR$ 581,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 489,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 574,6 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 581,1 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Casa de madeira 6 x 8 m sobre terreno 12 x 30 m em campo bomR$ 287,3 mil
    Casa
  2. Casa n apraia em imbituba SC 5 x 7 m terreno 12 x 30 mR$ 172,4 mil
    Casa
  3. 50 % Astro ltdaR$ 57,5 mil
    Outras participações societárias
  4. Caixa economica federalR$ 26,6 mil
    Outros créditos e poupança vinculada
  5. Gol 1.0 2011R$ 25,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. Gol 1.0 ano 2006R$ 11,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 10 campanhas com contas prestadas, Marco Santos Mikonga declarou ao TSE R$ 40 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 8,8 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Prefeito · Campo Bom (RS) · PV · não eleito

De onde veio

R$ 8.024
95% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 8.024.
  1. Fundo eleitoralTudo de Partido VerdeR$ 7.60094,7%
  2. Próprio bolsoR$ 4255,3%

Para onde foi

R$ 3.235
O maior gasto foi com internet: 40% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.235.
  1. InternetTudo de Adyen Do Brasil Instituicao De Pagamento Ltda.R$ 1.30240,3%
  2. Material impressoTudo de Setra Grafica LtdaR$ 98830,5%
  3. Pessoal3 pessoas, não nomeadasR$ 90027,8%
  4. EscritórioR$ 441,4%

Quanto custou cada voto: prefeito, Campo Bom (RS), 2020

Marco Santos Mikonga: R$ 24,7 por voto (mediana da disputa, R$ 24,7). Quem venceu, Luciano Orsi, gastou R$ 12,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 63,8; o mais barato, R$ 6,16.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marco Santos Mikonga. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, prefeito: 41 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2018, deputado estadual: 43 votos por R$ 1.000, 50% da mediana da disputa.
  • 2016, prefeito: 317 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2014, deputado federal: 190 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.