Miguelzinho
Miguel Correa da Cunha · nasceu em 1965
Miguelzinho se candidatou em 7 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
Passou por 2 partidos: PT (2004–2020), PSB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 59 anos, superior completo, vendedor pracista, representante, caixeiro-viajante e assemelhados, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020Vereador · Paranaíba (MS)PT 13000· esquerda· na urna, Miguel Correa da Cunhavotos anulados pela Justiça Eleitoral
- 2018Deputado estadual · Mato Grosso do SulPT 13500· esquerdasuplente783 votos; 140º mais votado de 322 no estado
- 2016
- 2012Vice-prefeito · Paranaíba (MS)PT 13· centro-esquerda· na urna, Miguelzinho do PtNa chapa de Alfredo Bernardochapa não eleita1.123 votos da chapa, 9,1%
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Miguelzinho teve 783 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 140º lugar entre 322 candidatos.
Recebeu votos em 22 cidades. Paranaíba deu 61,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Miguelzinho declarou R$ 80,6 mil em bens, em reais de hoje: 2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2016 e 2024, o total subiu R$ 17,3 mil acima da inflação.
Declarou 2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2024.
- MiguelzinhoR$ 80,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 39,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 155,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Miguelzinho declarou ao TSE R$ 85 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 33 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Paranaíba (MS) · PT · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 1.41566,2%
- Outros candidatosR$ 72333,8%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Paranaíba (MS), 2020
Mediana da disputa: R$ 63,2 por voto. Quem venceu, Dr Andrew Robalinho, gastou R$ 17,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.414; o mais barato, R$ 17.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dora Alves PSLR$ 82 mil · 34 votosR$ 2.414
- Policial Betuel MDBR$ 71 mil · 79 votosR$ 896
- Paulo Henrique - Ph DEMR$ 52 mil · 255 votosR$ 205
- Adma Costa PSLR$ 7,1 mil · 37 votosR$ 191
- Milene Queiroz PSLR$ 7,1 mil · 48 votosR$ 147
- Patrícia Maldonado PSLR$ 7,1 mil · 103 votosR$ 68,7
- Lucinei Alves PSLR$ 7,1 mil · 112 votosR$ 63,2
- Advogado Robson Rezende PSDBR$ 37 mil · 732 votosR$ 50,3
- Dollar PSDBR$ 27 mil · 589 votosR$ 46,1
- César Moreth PSDBR$ 7,4 mil · 306 votosR$ 24,3
- Dr Andrew Robalinho MDBR$ 11 mil · 643 votosR$ 17,8
- Marcão PSDBR$ 7,7 mil · 451 votosR$ 17
Votos por real
- 2018, deputado estadual: 104 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 63% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 82% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.