Miguelão
Miguel Pereira de Moura · nasceu em 1967
Miguelão se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 3.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2012.
Passou por 3 partidos: DEM (2004–2008), PSD (2012), PL (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 53 anos, até o fundamental, agricultor, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Miguelão declarou R$ 669,4 mil em bens, em reais de hoje: 93 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 467,2 mil acima da inflação.
Declarou 93 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2020.
- MiguelãoR$ 669,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 7.182
- Mediana dos eleitosR$ 90,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Lote Rural 40haR$ 574,6 milOutros bens imóveis rural
- 11 bovinos de recriaR$ 47,4 milRebanho e animais
- 01 caminhonheta Ford F-1000R$ 35,9 milOutros bens móveis
- 01 moto honda bros 160R$ 8.619Outros bens móveis
- 01 moto honda bros 150R$ 2.873Outros bens móveis
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Miguelão declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 7 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Jaborandi (BA) · PL · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.07495,5%
- EscritórioR$ 514,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Jaborandi (BA), 2020
Mediana da disputa: R$ 7,39 por voto. Quem venceu, Cleber, gastou R$ 2,99 por voto. O voto mais caro custou R$ 67,4; o mais barato, R$ 2,99.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Fabricio Da Crata PC do BR$ 1,5 mil · 23 votosR$ 67,4
- Pretinha De Lourão PC do BR$ 1,5 mil · 30 votosR$ 51,7
- Léo Agrônomo PSDBR$ 3,7 mil · 225 votosR$ 16,5
- Nadi De Gervásio PSDBR$ 3,8 mil · 309 votosR$ 12,4
- Valter Moura PSDBR$ 6,2 mil · 530 votosR$ 11,6
- Poeirinha PSDR$ 1,9 mil · 225 votosR$ 8,52
- Enfermeiro Fernando Leite PSDBR$ 3 mil · 407 votosR$ 7,39
- João Santos PSDR$ 1,5 mil · 210 votosR$ 7,38
- Edson Queiroz PSDR$ 1,5 mil · 227 votosR$ 6,83
- Pedro Neto PSDBR$ 1,6 mil · 368 votosR$ 4,42
- Toinho De João Barros PSDBR$ 1,6 mil · 377 votosR$ 4,32
- Cleber PSDBR$ 1,6 mil · 544 votosR$ 2,99
Votos por real
- 2020, vereador: 172 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 57 votos por R$ 1.000, 4,7 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 121 votos por R$ 1.000, 8,6 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 139 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.