Apuração
Vereador · 2012 · PP

Miguel Romero Júnior

nasceu em 1965

Miguel Romero Júnior se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,66← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PP2008PP2010PP2012PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PP.

Dep. estadualVereadorPartidoPP20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 47 anos, ensino médio, corretor de imóveis, seguros, títulos e valores. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Rio Claro (SP)
    PP 11111· direita
    suplente
  2. 2010
    Deputado estadual · São Paulo
    PP 11122· direita· na urna, Miguel Romero Jr
    suplente1.454 votos; 697º mais votado de 1.543 no estado
  3. 2008
    Vereador · Rio Claro (SP)
    PP 11111· direita· na urna, Miguel Romero Jr.
    suplente
  4. 2004
    Vereador · Rio Claro (SP)
    PP 11111· direita· na urna, Miguel Romero Jr
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Miguel Romero Júnior teve 1.454 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 697º lugar entre 1.543 candidatos.

Recebeu votos em 99 cidades. Rio Claro deu 69,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,1%.

1.454 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 1.454 votos.
  1. Rio Claro (SP)1.012 votos69,6%
  2. São Paulo (SP)102 votos7%
  3. Santa Gertrudes (SP)40 votos2,8%
  4. Araçatuba (SP)36 votos2,5%
  5. Guarulhos (SP)23 votos1,6%
  6. Outras 84 cidades144 votos9,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Miguel Romero Júnior declarou R$ 114,4 mil em bens, em reais de hoje: 3,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 218 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 114,4 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 52.200 na declaração)

Declarou 3,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.

  • Miguel Romero JúniorR$ 114,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 114,4 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 8 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Veiculo GM omega cdR$ 39,4 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  2. DinheiroR$ 24,1 mil
    Dinheiro em espécie
  3. Scrituras imóveis administradora e corretora s/c LTDAR$ 21,9 mil
    Outras participações societárias
  4. Fiat fiorino 1991R$ 13,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. M.r. junior comunicação visual MER$ 11 mil
    Outras participações societárias
  6. Computador completoR$ 3.287
    Outros bens móveis
  7. Equipamento de somR$ 1.096
    Outros bens móveis
  8. Quadros para lona de divulgaçãoR$ 438
    Outros bens móveis

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Miguel Romero Júnior declarou ao TSE R$ 68 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 40 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Rio Claro (SP) · PP · suplente

De onde veio

R$ 9.431
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.431.
  1. PessoasR$ 3.24934,5%
  2. Próprio bolsoR$ 3.24934,5%
  3. PartidoR$ 2.93331,1%

Para onde foi

R$ 9.431
O maior gasto foi com pessoal: 69% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.431.
  1. PessoalR$ 6.49868,9%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 1.65517,5%
  3. Material impressoR$ 1.27813,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Rio Claro (SP), 2012

Mediana da disputa: R$ 50,8 por voto. Quem venceu, Juninho Da Padaria, gastou R$ 12,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 205; o mais barato, R$ 12,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 37 votos por R$ 1.000, 67% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 68 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 102 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.