Miguel Piccoli
nasceu em 1987
Miguel Piccoli disputou uma eleição, em 2020, para vereador (Caibi (SC)), pelo PP: eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 32 anos, superior completo, comerciário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Miguel Piccoli declarou R$ 363,4 mil em bens, em reais de hoje: 4,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina.
Declarou 4,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2020.
- Miguel PiccoliR$ 363,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 84,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 238,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2020, Miguel Piccoli declarou ao TSE R$ 4,8 mil em receitas, em reais de hoje.
2020 · Vereador · Caibi (SC) · PP · eleito
De onde veio
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 3.65176,3%
- Próprio bolsoR$ 1.13223,7%
Para onde foi
- OutrosTudo de Alberto A. Grasel - Consultoria E EstatisticaR$ 1.41543,5%
- Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 70821,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Caibi (SC), 2020
Mediana da disputa: R$ 30,6 por voto. Quem venceu, Julio Urqueta, gastou R$ 12,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 47,8; o mais barato, R$ 12,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Flavio Ribeiro MDBR$ 4,3 mil · 90 votosR$ 47,8
- Preta Faita PTR$ 3,9 mil · 87 votosR$ 44,3
- Vivi Vockes PPR$ 8,4 mil · 194 votosR$ 43,4
- Valdir De Lima MDBR$ 6,7 mil · 161 votosR$ 41,9
- Davi Corduva MDBR$ 6 mil · 152 votosR$ 39,4
- Mari Menin PTR$ 7 mil · 196 votosR$ 35,7
- Fernando Diniz PTR$ 3,8 mil · 123 votosR$ 30,6
- Gilmar Pedro Carlesso MDBR$ 9,2 mil · 308 votosR$ 29,9
- Dominga Rizzi MDBR$ 4,1 mil · 160 votosR$ 25,6
- Jair Di Domenico MDBR$ 4,4 mil · 225 votosR$ 19,6
- Diogo Valdemeri PTR$ 3,8 mil · 247 votosR$ 15,4
- Julio Urqueta MDBR$ 3,8 mil · 301 votosR$ 12,7
Votos por real
- 2020, vereador: 57 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.