Apuração
Vice-prefeito · 2020 · REPUBLICANOS

Miguel Pereira

Miguel Pereira de Souza · nasceu em 1957

Miguel Pereira se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoREPUBLICANOS+0,25← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PDT2012PDT2016MDB2020REPUBLICANOS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.

Passou por 3 partidos: PDT (2008–2012), MDB (2016), REPUBLICANOS (2020).

Vice-prefeitoVereadorPartidoPDTMDBREPUBLICANOS2008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa eleita.

Declarou ao TSE em 2020: 63 anos, ensino médio, vereador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    REPUBLICANOS 10· direita
    Na chapa de Alexandre Martins
    chapa eleita9.451 votos da chapa, 43,4%
  2. 2016
    MDB 15123· centro-direita
    eleito811 votos
  3. 2012
    PDT 12555· centro-esquerda
    suplente389 votos
  4. 2008
    PDT 12555· centro-esquerda
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Miguel Pereira declarou R$ 127,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 174,2 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 127,8 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 88.966 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 127,8 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. imóvelR$ 100,6 mil
    Casa
  2. terreno com benfeitorias no loteamento do pôrticoR$ 14,2 mil
    Terreno
  3. terreno no loteamento pôrtico de búziosR$ 11,5 mil
    Terreno
  4. terreno com benfeitorias em cem braçasR$ 1.584
    Terreno

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Miguel Pereira declarou ao TSE R$ 31 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 17 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Armação dos Búzios (RJ) · MDB · eleito

De onde veio

R$ 2.405
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.405.
  1. Outros candidatosTudo de Eleicao 2016 Andre Granado Nogueira Da Gama PrefeitoR$ 1.49862,3%
  2. Próprio bolsoR$ 90737,7%

Para onde foi

R$ 2.405
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Armação dos Búzios (RJ), 2016

Mediana da disputa: R$ 23,1 por voto. Quem venceu, Valmir Nobre, gastou R$ 14,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 94,4; o mais barato, R$ 14,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Débora Gonçalves PDTR$ 6,9 mil · 73 votosR$ 94,4
  • Zé Márcio MDBR$ 21 mil · 319 votosR$ 66,4
  • Marcus Escobar REPUBLICANOSR$ 18 mil · 280 votosR$ 62,8
  • Thomas Weber PSDBR$ 14 mil · 357 votosR$ 39
  • Joice Costa PPR$ 24 mil · 647 votosR$ 36,3
  • Cristiano Marques (Tutu) PDTR$ 11 mil · 407 votosR$ 27,7
  • Gugu De Nair AVANTER$ 11 mil · 472 votosR$ 23,1
  • Niltinho MDBR$ 13 mil · 638 votosR$ 20,6
  • Dom PATRIOTAR$ 13 mil · 648 votosR$ 19,8
  • Lorram PPR$ 9,8 mil · 566 votosR$ 17,3
  • Cacalho DEMR$ 6,3 mil · 436 votosR$ 14,5
  • Valmir Nobre REPUBLICANOSR$ 7,5 mil · 527 votosR$ 14,1

Votos por real

  • 2016, vereador: 337 votos por R$ 1.000, 7,3 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 70% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.