Miguel Noronha
Miguel Azevedo Noronha · nasceu em 1977
Miguel Noronha se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Sempre pelo PV.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 38 anos, ensino médio, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Miguel Noronha declarou R$ 812,3 mil em bens, em reais de hoje: 36 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 425,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou 36 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2016.
- Miguel NoronhaR$ 812,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 126,8 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Miguel Noronha declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 9,2 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Pacajá (PA) · PV · eleito
De onde veio
Para onde foi
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 97235,7%
- OutrosR$ 813%
- EscritórioR$ 491,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Pacajá (PA), 2016
Mediana da disputa: R$ 29,1 por voto. Quem venceu, Litão, gastou R$ 23,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 58,8; o mais barato, R$ 23,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Erivelto PC do BR$ 14 mil · 245 votosR$ 58,8
- Magno MDBR$ 18 mil · 335 votosR$ 54,7
- Marcao MDBR$ 13 mil · 265 votosR$ 50,3
- Fernando PSDBR$ 19 mil · 482 votosR$ 39,2
- Nego MDBR$ 13 mil · 399 votosR$ 33
- Devaldo PTR$ 23 mil · 725 votosR$ 32,1
- Beto Da Sorveteria PTBR$ 17 mil · 576 votosR$ 29,1
- Luydyh DEMR$ 13 mil · 465 votosR$ 28,2
- Carlete Alburquerque PTR$ 15 mil · 527 votosR$ 27,6
- Mirim PDTR$ 13 mil · 475 votosR$ 27,5
- Edson Da Farmacia PSDBR$ 14 mil · 513 votosR$ 26,8
- Litão PSDR$ 14 mil · 606 votosR$ 23,5
Votos por real
- 2016, vereador: 307 votos por R$ 1.000, 12 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 60 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.