Apuração
Vereador · 2020 · PP

Miguel da Silva Ribeiro

Miguel Luis da Silva Ribeiro · nasceu em 1967

Miguel da Silva Ribeiro se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,64← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PP2016PP2020PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.

Sempre pelo PP.

VereadorPartidoPP20122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 53 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PP 11285· direita
    suplente47 votos
  2. 2016
    PP 11285· direita· na urna, Miguel Luis da Silva Ribeiro
    eleito64 votos
  3. 2012
    PP 11227· direita· na urna, Miguel Luis da Silva Ribeiro
    suplente65 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Miguel da Silva Ribeiro declarou R$ 125 mil em bens, em reais de hoje: 2,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 94,2 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 125 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 87.000 na declaração)

Declarou 2,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.

  • Miguel da Silva RibeiroR$ 125 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 125 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Miguel da Silva Ribeiro declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 7 mil, 2,4% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · André da Rocha (RS) · PP · suplente

De onde veio

R$ 1.415
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 1.412
O maior gasto foi com serviços: 80% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.412.
  1. ServiçosR$ 1.13280,2%
  2. Material impressoR$ 28019,8%

Quanto custou cada voto: vereador, André da Rocha (RS), 2020

Mediana da disputa: R$ 30,2 por voto. Quem venceu, Mauri Schimanoski, gastou R$ 16,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 137; o mais barato, R$ 16,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereador: 33 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 9,1 votos por R$ 1.000, 87% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.