Miguel Lima
Miguel Lima da Silva · nasceu em 1963
Miguel Lima se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2020.
Passou por 4 partidos: PHS (2012), SOLIDARIEDADE (2016), DEM (2020), DC (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 60 anos, superior incompleto, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Miguel Lima declarou R$ 116 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2024, o total caiu R$ 306,9 mil, já descontada a inflação.
Mais da metade (59%) dos candidatos a vereador no Amazonas não declarou nenhum bem em 2024.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Miguel Lima declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 4,3 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Borba (AM) · DC · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2024.
Quanto custou cada voto: vereador, Borba (AM), 2024
Mediana da disputa: R$ 35,8 por voto. Quem venceu, Edilson Batista, gastou R$ 14,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.187; o mais barato, R$ 14,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Angela Lima MDBR$ 11 mil · 5 votosR$ 2.187
- Sandréia Vilaça MDBR$ 11 mil · 28 votosR$ 391
- Cacique Ana Paula UNIÃOR$ 7,4 mil · 44 votosR$ 169
- Rosana Lima MDBR$ 11 mil · 97 votosR$ 113
- Geremias Cruz MDBR$ 11 mil · 160 votosR$ 68,4
- Nicéia Palheta MDBR$ 11 mil · 214 votosR$ 51,1
- Raimundo Heuclides REDER$ 13 mil · 376 votosR$ 35,8
- Pedro Paz UNIÃOR$ 17 mil · 522 votosR$ 32,1
- Adriana Paixão UNIÃOR$ 7,4 mil · 266 votosR$ 28
- Enfermeira Tatiana Franco UNIÃOR$ 16 mil · 721 votosR$ 22,2
- Maira Do Cláudio Do Zezão MDBR$ 16 mil · 859 votosR$ 19,1
- Edilson Batista MDBR$ 11 mil · 762 votosR$ 14,4
Votos por real
- 2020, vereador: 139 votos por R$ 1.000, 5,1 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 83 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 81 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.