Miguel Miranda
Miguel Borges de Miranda · nasceu em 1963
Miguel Miranda se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Passou por 4 partidos: PP (2004), REPUBLICANOS (2008–2012), MDB (2016), PDT (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 57 anos, até o fundamental, comerciante, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008Vereador · Saúde (BA)REPUBLICANOS 10123· centro-direita· na urna, Miguel do Desinfetanteeleito242 votos
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Miguel Miranda declarou R$ 143,6 mil em bens, em reais de hoje: 20 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 116,7 mil acima da inflação.
Declarou 20 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2020.
- Miguel MirandaR$ 143,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 7.182
- Mediana dos eleitosR$ 90,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Miguel Miranda declarou ao TSE R$ 9,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 5,4 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Saúde (BA) · MDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 3.01297,4%
- Próprio bolsoR$ 812,6%
Para onde foi
- ServiçosR$ 2.85092,1%
- Material impressoR$ 2437,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Saúde (BA), 2016
Mediana da disputa: R$ 28,2 por voto. Quem venceu, Ricarte Pincé, gastou R$ 12,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 168; o mais barato, R$ 12,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Didi PC do BR$ 6,5 mil · 39 votosR$ 168
- Valdir MDBR$ 9,9 mil · 72 votosR$ 137
- Feira Ruim DEMR$ 6,8 mil · 103 votosR$ 65,9
- Leônidas MDBR$ 15 mil · 307 votosR$ 48,8
- Ura-Ura PPR$ 8 mil · 170 votosR$ 47,3
- Amanda De João Fraga PC do BR$ 8,3 mil · 269 votosR$ 30,8
- Andreia CIDADANIAR$ 8,5 mil · 301 votosR$ 28,2
- Tonho Lopes PODER$ 9,3 mil · 363 votosR$ 25,7
- Dr. Plits PDTR$ 5,7 mil · 241 votosR$ 23,8
- Cal Jatoba PPR$ 8,1 mil · 359 votosR$ 22,6
- Juca Do Jenipapo SOLIDARIEDADER$ 5,4 mil · 394 votosR$ 13,7
- Ricarte Pincé PSDR$ 5,2 mil · 416 votosR$ 12,5
Votos por real
- 2016, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 50 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 203 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.