Apuração
Vereador · 2020 · PDT

Miguel Miranda

Miguel Borges de Miranda · nasceu em 1963

Miguel Miranda se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPDT+0,18← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PP2008REPUBLICANOS2012REPUBLICANOS2016MDB2020PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.

Passou por 4 partidos: PP (2004), REPUBLICANOS (2008–2012), MDB (2016), PDT (2020).

VereadorPartidoPPREPUBLICANOSMDBPDT’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 57 anos, até o fundamental, comerciante, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Saúde (BA)
    PDT 12456· centro-esquerda
    suplente
  2. 2016
    Vereador · Saúde (BA)
    MDB 15678· centro-direita
    suplente128 votos
  3. 2012
    Vereador · Saúde (BA)
    REPUBLICANOS 10123· direita
    eleito269 votos
  4. 2008
    Vereador · Saúde (BA)
    REPUBLICANOS 10123· centro-direita· na urna, Miguel do Desinfetante
    eleito242 votos
  5. 2004
    Vereador · Saúde (BA)
    PP 11114· direita
    suplente149 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Miguel Miranda declarou R$ 143,6 mil em bens, em reais de hoje: 20 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 116,7 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 143,6 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 100.000 na declaração)

Declarou 20 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2020.

  • Miguel MirandaR$ 143,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 7.182
  • Mediana dos eleitosR$ 90,5 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 143,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Miguel Miranda declarou ao TSE R$ 9,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 5,4 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Saúde (BA) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 3.093
0% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.093.
  1. PessoasR$ 3.01297,4%
  2. Próprio bolsoR$ 812,6%

Para onde foi

R$ 3.093
O maior gasto foi com serviços: 92% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.093.
  1. ServiçosR$ 2.85092,1%
  2. Material impressoR$ 2437,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Saúde (BA), 2016

Mediana da disputa: R$ 28,2 por voto. Quem venceu, Ricarte Pincé, gastou R$ 12,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 168; o mais barato, R$ 12,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Didi PC do BR$ 6,5 mil · 39 votosR$ 168
  • Valdir MDBR$ 9,9 mil · 72 votosR$ 137
  • Feira Ruim DEMR$ 6,8 mil · 103 votosR$ 65,9
  • Leônidas MDBR$ 15 mil · 307 votosR$ 48,8
  • Ura-Ura PPR$ 8 mil · 170 votosR$ 47,3
  • Amanda De João Fraga PC do BR$ 8,3 mil · 269 votosR$ 30,8
  • Andreia CIDADANIAR$ 8,5 mil · 301 votosR$ 28,2
  • Tonho Lopes PODER$ 9,3 mil · 363 votosR$ 25,7
  • Dr. Plits PDTR$ 5,7 mil · 241 votosR$ 23,8
  • Cal Jatoba PPR$ 8,1 mil · 359 votosR$ 22,6
  • Juca Do Jenipapo SOLIDARIEDADER$ 5,4 mil · 394 votosR$ 13,7
  • Ricarte Pincé PSDR$ 5,2 mil · 416 votosR$ 12,5

Votos por real

  • 2016, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 50 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 203 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.