Apuração
Vereador · 2024 · PSDB

Miguel de Mattos

Miguel Orácio Paz de Mattos · nasceu em 1964

Miguel de Mattos se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,31← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2008MDB2020PSDB2024PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 2 partidos: MDB (2004–2008), PSDB (2020–2024).

VereadorPartidoMDBPSDB’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.

Declarou ao TSE em 2024: 59 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vereador · Maçambará (RS)
    PSDB 45000· centro-direita
    suplente91 votos
  2. 2020
    Vereador · Maçambará (RS)
    PSDB 45000· centro-direita
    suplente118 votos
  3. 2008
    Vereador · Maçambará (RS)
    MDB 15999· centro
    suplente
  4. 2004
    Vereador · Maçambará (RS)
    MDB 15999· centro
    eleito126 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Miguel de Mattos declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 6,6 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereador · Maçambará (RS) · PSDB · suplente

De onde veio

R$ 3.040
10% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.040.
  1. PessoasR$ 2.73489,9%
  2. Outros candidatosR$ 30610,1%

Para onde foi

Nada declarado em 2024.

Quanto custou cada voto: vereador, Maçambará (RS), 2024

Mediana da disputa: R$ 47,4 por voto. Quem venceu, Rosani Melo, gastou R$ 32,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 180; o mais barato, R$ 32,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Simone Dias Mota PLR$ 3,6 mil · 20 votosR$ 180
  • Claudia Martins MDBR$ 6,7 mil · 63 votosR$ 106
  • Leonel Barcelos PLR$ 3,2 mil · 36 votosR$ 88,7
  • Emerson Dimas PLR$ 4,3 mil · 60 votosR$ 71,4
  • Robinho Braga PLR$ 6,1 mil · 99 votosR$ 61,1
  • Luis Mendes PPR$ 4,1 mil · 74 votosR$ 55,6
  • Emerson Pivoto Mello MDBR$ 2,8 mil · 59 votosR$ 47,4
  • Laurindo Souza PLR$ 5,3 mil · 116 votosR$ 45,4
  • Benites De Lima PPR$ 6,4 mil · 170 votosR$ 37,5
  • Arnaldo Kuyven MDBR$ 6,1 mil · 171 votosR$ 35,9
  • Verginia Rocha PSDBR$ 5,6 mil · 162 votosR$ 34,5
  • Rosani Melo PSDBR$ 6,8 mil · 211 votosR$ 32,4

Votos por real

  • 2020, vereador: 35 votos por R$ 1.000, 93% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 48 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.