Miguel Correa
Miguel Correa da Silva Júnior · nasceu em 1978
Miguel Correa se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2018, e foi eleito em 4.
Centro-esquerda, nas duas medidas
As medidas concordam: ele fica entre −0,40 e −0,35 numa escala de −1 (esquerda) a +1 (direita).
Votou como o governo orientou em 97% das votações, e com a maioria do próprio partido em 99%; apoio ao governo é medido à parte e não muda a posição.
Pelo voto em cada legislatura e pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: deputado federal, em 2006, 2010 e 2014.
Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2004), PT (2006–2018).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: senador, 2018, não eleito.
Declarou ao TSE em 2018: 40 anos, superior completo, deputado, cor parda. A cor declarada mudou: preta em 2014, parda em 2018. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2018
- 2014Deputado federal · Minas GeraisPT 1330· centro-esquerdaeleito93.450 votos; 37º mais votado de 620 no estado
- 2010Deputado federal · Minas GeraisPT 1330· centro-esquerdaeleito113.388 votos; 24º mais votado de 524 no estado
- 2006Deputado federal · Minas GeraisPT 1330· centro-esquerda· na urna, Miguel Correa Jreleito80.049 votos; 41º mais votado de 528 no estado
- 2004Vereador · Belo Horizonte (MG)CIDADANIA 23023· centro· na urna, Miguel Correa Junioreleito9.055 votos
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Miguel Correa teve 93.450 votos para deputado federal, 0,9% dos votos válidos do estado: 37º lugar entre 620 candidatos.
Recebeu votos em 470 cidades. Belo Horizonte deu 29,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 76,8%.
As outras 2 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Miguel Correa declarou R$ 217 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2018, o total caiu R$ 81,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 21% da mediana dos candidatos a senador em Minas Gerais em 2018.
- Miguel CorreaR$ 217 mil
- Mediana dos candidatosR$ 1,1 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 6 itens declarados em 2018, do maior ao menor
- #Nulo#R$ 137 milQuotas ou quinhões de capital
- #Nulo#R$ 76,1 milDinheiro em espécie
- #Nulo#R$ 3.058Caderneta de poupança
- #Nulo#R$ 913Quotas ou quinhões de capital
- #Nulo#R$ 2Conta corrente no país
- #Nulo#R$ 2Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Miguel Correa declarou ao TSE R$ 11,6 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado federal: R$ 5,4 milhões.
Campanha a campanha
2018 · Senador · Minas Gerais · PT · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Partido Dos TrabalhadoresR$ 1,4 mi98,6%
- Próprio bolsoR$ 17,3 mil1,3%
- Outros candidatosR$ 1.2440,1%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoTudo de Piaui Marketing EireliR$ 708,7 mil39,4%
- InternetTudo de Meta (Facebook, Instagram)R$ 384,5 mil21,4%
- PesquisasTudo de Quaest Pesquisas, Consultoria E Projetos Ltda.R$ 111,6 mil6,2%
- EscritórioR$ 9.4760,5%
Quanto custou cada voto: senador, Minas Gerais, 2018
Miguel Correa: R$ 1,40 por voto (mediana da disputa, R$ 0,87). Quem venceu, Jornalista Carlos Viana, gastou R$ 0,28 por voto. O voto mais caro custou R$ 5,80; o mais barato, R$ 0,08.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Miguel Correa. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Edson Andre P AVANTER$ 173 mil · 29.869 votosR$ 5,80
- Fábio Cherem PDTR$ 2,2 milhões · 899.824 votosR$ 2,46
- Dilma Rousseff PTR$ 6,3 milhões · 2.709.223 votosR$ 2,32
- Rodrigo Pacheco DEMR$ 5,6 milhões · 3.616.864 votosR$ 1,54
- Miguel Correa PTR$ 1,8 milhão · 1.282.946 votosR$ 1,40
- Kaka Menezes REDER$ 80 mil · 86.771 votosR$ 0,92
- Dinis Pinheiro SOLIDARIEDADER$ 2,8 milhões · 3.251.175 votosR$ 0,87
- Coronel Lacerda PPLR$ 209 mil · 307.197 votosR$ 0,68
- Vanessa Portugal Barbosa PSTUR$ 25 mil · 53.272 votosR$ 0,46
- Professor Tulio Lopes PCBR$ 34 mil · 92.165 votosR$ 0,37
- Jornalista Carlos Viana PHSR$ 1 milhão · 3.568.658 votosR$ 0,28
- Rodrigo Paiva NOVOR$ 178 mil · 1.342.645 votosR$ 0,13
- Professora Duda Salabert PSOLR$ 29 mil · 351.874 votosR$ 0,08
Votos por real
- 2018, senador: 794 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
- 2014, deputado federal: 18 votos por R$ 1.000, 31% da mediana da disputa.
- 2010, deputado federal: 29 votos por R$ 1.000, 42% da mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 97 votos por R$ 1.000, 83% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.