Miguel Barros
Miguel Gonçalves Barros · nasceu em 1957
Miguel Barros se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2016 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2012.
Passou por 3 partidos: PSDB (2004), PTB (2008–2012), AGIR (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2016: 58 anos, até o fundamental, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Miguel Barros declarou R$ 1,2 mi em bens, em reais de hoje: 51 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Maranhão. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 541,6 mil acima da inflação.
Declarou 51 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Maranhão em 2016.
- Miguel BarrosR$ 1,2 mi
- Mediana dos candidatosR$ 23,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Fazenda são miguel iR$ 591,4 milTerreno rural
- Fazenda são miguel III 210 hectaresR$ 341,2 milTerreno rural
- Fazenda são iguel II 140 hectaresR$ 227,5 milTerreno rural
- Fazenda são miguel IVR$ 33 milTerreno rural
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Miguel Barros declarou ao TSE R$ 87 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 64 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Zé Doca (MA) · AGIR · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 9.71564,9%
- PessoasR$ 4.85832,5%
- Outros candidatosR$ 3852,6%
Para onde foi
- TransporteR$ 11,9 mil79,3%
- ServiçosR$ 1.61910,8%
- Material impressoR$ 1.4059,4%
- EscritórioR$ 660,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Zé Doca (MA), 2016
Mediana da disputa: R$ 53 por voto. Quem venceu, Claudio Da Boa Esperança, gastou R$ 25,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 183; o mais barato, R$ 25,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Jakson Bezerra PLR$ 26 mil · 143 votosR$ 183
- Neres PLR$ 28 mil · 215 votosR$ 131
- Zequinha Do Quadro PLR$ 37 mil · 498 votosR$ 74,9
- Rogerio Rocha DEMR$ 24 mil · 385 votosR$ 61,1
- Gilmar MOBILIZAR$ 19 mil · 349 votosR$ 53,3
- Edilson Romão PLR$ 29 mil · 538 votosR$ 53
- Hennio PSDR$ 22 mil · 467 votosR$ 46,4
- Bill Moraes REDER$ 22 mil · 543 votosR$ 40,7
- Antonio Maia PRTBR$ 21 mil · 554 votosR$ 38,6
- Alexandre Barroso PTBR$ 18 mil · 565 votosR$ 32,2
- Claudio Da Boa Esperança PRPR$ 19 mil · 748 votosR$ 25,5
Votos por real
- 2012, vereador: 8,1 votos por R$ 1.000, 23% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 124 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 235 votos por R$ 1.000, 4,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.