Miguel Andrioli
nasceu em 1997
Miguel Andrioli se candidatou em 2 eleições, de 2020 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2024.
Sempre pelo PSB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 27 anos, ensino médio, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Miguel Andrioli declarou R$ 51 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2020 e 2024, o total subiu R$ 26,6 mil acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2024.
- Miguel AndrioliR$ 51 mil
- Mediana dos candidatosR$ 69,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 195,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2020, Miguel Andrioli declarou ao TSE R$ 1,1 mil em receitas, em reais de hoje, 55% de dinheiro público.
2020 · Vereador · Alto Feliz (RS) · PSB · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 1.04495,5%
- Fundo partidárioR$ 504,5%
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Alto Feliz (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 33,3 por voto. Quem venceu, Reinaldo Frozi, gastou R$ 18,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 189; o mais barato, R$ 18,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jéssica Follmann PSDBR$ 1,7 mil · 9 votosR$ 189
- Liane Wentz PSDBR$ 1,7 mil · 19 votosR$ 89,4
- Ademir Wiederkehr PTR$ 1,9 mil · 23 votosR$ 81
- Waldir Hasstenteufel PSDBR$ 1,7 mil · 25 votosR$ 67,9
- Professora Elisane PTR$ 1,9 mil · 44 votosR$ 42,8
- Liane Schoulten PDTR$ 1,7 mil · 40 votosR$ 42,5
- Nestor Jotz PDTR$ 1,7 mil · 51 votosR$ 33,3
- Lourdes Frozi PSDBR$ 1,7 mil · 57 votosR$ 29,8
- Gil Schneider PDTR$ 1,7 mil · 75 votosR$ 22,6
- Rogéria Boeni (Rô) PDTR$ 1,7 mil · 76 votosR$ 22,3
- Mário Winter PDTR$ 1,7 mil · 94 votosR$ 18,1
- Reinaldo Frozi PSDBR$ 1,7 mil · 94 votosR$ 18,1
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.