Miguel
Miguel Alves Ferreira · nasceu em 1954
Miguel se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 2 partidos: PP (2008), PL (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 62 anos, ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Miguel declarou R$ 14,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 12,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou 35% da mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2016.
- MiguelR$ 14,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 41,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 157,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Miguel declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 12 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Paranaiguara (GO) · PL · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 24343,5%
- PartidoR$ 19434,8%
- Outros candidatosR$ 12121,7%
Para onde foi
- ServiçosR$ 31656,5%
- Material impressoR$ 24343,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Paranaiguara (GO), 2016
Mediana da disputa: R$ 73,1 por voto. Quem venceu, Moacir Soares, gastou R$ 17,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 228; o mais barato, R$ 17,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Luciana Barbosa PSCR$ 6,2 mil · 27 votosR$ 228
- Laila Zebian PSCR$ 6,4 mil · 38 votosR$ 168
- Jany Klay PSDR$ 8,4 mil · 54 votosR$ 156
- Donizeth Piquizeiro PDTR$ 6,5 mil · 61 votosR$ 106
- Paulo Henrique Da Autoeletrica PSDR$ 7,6 mil · 79 votosR$ 96,8
- Leandro Soares (Laboratorio) PSDR$ 8,8 mil · 120 votosR$ 73,1
- Mauro Sapateiro PTR$ 7,7 mil · 109 votosR$ 70,9
- Celso Burrega PSCR$ 9,9 mil · 188 votosR$ 52,8
- Virginia Eulalia PSDR$ 16 mil · 457 votosR$ 35,5
- Aderivaldo PTR$ 6,9 mil · 238 votosR$ 28,8
- Moacir Soares PSDBR$ 9,9 mil · 570 votosR$ 17,3
Votos por real
- 2016, vereador: 53 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.