Apuração
Prefeito · 2020 · PSL

Miguel Broilo

Miguel Henrique Broilo · nasceu em 1966

Miguel Broilo se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 2.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSL+0,42← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PTB2012PTB2016PTB2020PSL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.

Passou por 2 partidos: PTB (2008–2016), PSL (2020).

PrefeitoVereadorPartidoPTBPSL2008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 54 anos, ensino médio, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Prefeito · Maratá (RS)
    PSL 17· direita
    não eleito178 votos, 8,5%
  2. 2016
    Vereador · Maratá (RS)
    PTB 14123· centro-direita
    eleito144 votos
  3. 2012
    Vereador · Maratá (RS)
    PTB 14123· centro-direita
    eleito109 votos
  4. 2008
    Vereador · Maratá (RS)
    PTB 14123· centro-direita· na urna, Miguel
    suplente49 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Miguel Broilo declarou R$ 40,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 264,1 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 40,6 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 28.234 na declaração)

Declarou 8% da mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2020.

  • Miguel BroiloR$ 40,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 489,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 574,6 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 40,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Miguel Broilo declarou ao TSE R$ 31 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para prefeito: R$ 21 mil, 100% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Prefeito · Maratá (RS) · PSL · não eleito

De onde veio

R$ 21,2 mil
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 21,2 mil
O maior gasto foi com serviços: 47% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 21,2 mil.
  1. ServiçosTudo de Alex Mateus KerberR$ 10 mil47,2%
  2. Material impressoTudo de Sul Copias LtdaR$ 6.96332,8%
  3. Pessoal2 pessoas, não nomeadasR$ 4.24620%

Quanto custou cada voto: prefeito, Maratá (RS), 2020

Miguel Broilo: R$ 119 por voto (mediana da disputa, R$ 72,5). Quem venceu, Gisele Schneider, gastou R$ 72,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 119; o mais barato, R$ 39,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Miguel Broilo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, prefeito: 8,4 votos por R$ 1.000, 61% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 54 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.