Mica
Almiro Antonio Garcia de Matos · nasceu em 1960
Mica se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 60 anos, até o fundamental, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Mica declarou R$ 93,4 mil em bens, em reais de hoje: 4,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 103,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou 4,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- MicaR$ 93,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Mica declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 8,1 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Santo Antônio do Aventureiro (MG) · MDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Santo Antônio do Aventureiro (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 18,5 por voto. Quem venceu, Bastião Do Cazé, gastou R$ 11,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.415; o mais barato, R$ 11,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 6 sem gasto declarado.
Ver em tabela
- Jhonys Calabreu REPUBLICANOSR$ 1,4 mil · 1 votosR$ 1.415
- Ana Paula REPUBLICANOSR$ 2,1 mil · 6 votosR$ 354
- Lúcio Mulecão REPUBLICANOSR$ 3,5 mil · 48 votosR$ 73,7
- Moacyr Junior REPUBLICANOSR$ 2,1 mil · 115 votosR$ 18,5
- Tatiana Do Celino REPUBLICANOSR$ 2,1 mil · 136 votosR$ 15,6
- Bastião Do Cazé REPUBLICANOSR$ 2,8 mil · 241 votosR$ 11,7
Votos por real
- 2016, vereador: 84 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 50% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.